Fundos de Investimentos: todos os termos técnicos explicados pra você

Chega de dificuldade pra planejar seu futuro só porque não dá pra entender os termos usados em Fundos de Investimentos! Deixe o dicionário de lado e confira o glossário que preparamos pra você aprender tudo.

Na hora de decidir qual melhor fundo de investimento pra você planejar seu futuro, podem surgir muitas dúvidas. Os termos técnicos, siglas e especificações de cada produto às vezes são um grande desafio! Mas agora é a hora de aprender tudo que você precisa pra avaliar os fundos da sua Previdência Privada. Confira o nosso glossário:

Princípios básicos:

Benchmark: indicador usado como referência para a performance de um fundo, ou seja, um indicador que o fundo utiliza como objetivo de rendimento. Os fundos de renda fixa, por exemplo, costumam ter como benchmark o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Já os fundos de ações têm o Ibovespa como referência.

Captação líquida: diferença entre as aplicações e os resgates realizados em um ou mais fundos em um determinado período. As aplicações são as novas entradas de capital e os resgates, os saques efetuados.

Patrimônio líquido: é calculado pela soma do valor de todos os títulos e do valor em caixa, menos as obrigações do fundo, inclusive as relacionadas à sua administração.

Asset management: é a instituição responsável pela gestão de recursos de outros, não apenas de fundos de investimentos, mas de outras modalidades, como carteiras administradas e clubes de investimentos.

Liquidez: é a capacidade da aplicação se reverter em dinheiro na conta corrente. Quanto mais rápida for essa conversão, maior é a liquidez do investimento.

Ativos: são todos os bens e direitos que uma instituição ou um indivíduo possui.

Passivos: todas as obrigações e dívidas de uma instituição ou pessoa física.

Gestor: profissional responsável pelas decisões de investimentos dos fundos.

 

Tipos de Gestão:

Fundos de renda fixa: fundos que buscam retorno por meio de investimentos em ativos de renda fixa, como os títulos públicos federais e os títulos emitidos por bancos. Seus rendimentos são mais previsíveis e constantes, normalmente acompanhando as taxas de juros do mercado ou os principais índices de inflação.

Fundos multimercados: são fundos que reúnem investimentos em diferentes categorias de aplicações, como renda fixa, ações e câmbio. Essa diversidade reduz o risco para o investidor e esse tipo de investimento geralmente é ideal para pessoas com perfil moderado, que estão dispostas a ter algum risco para ter mais rentabilidade.

Fundos balanceados: são fundos que buscam retorno no longo prazo e podem incluir em sua carteira diversos tipos de ativos. Geralmente, são mais voltados para os de renda fixa.

Fundos de ações: são fundos que têm como objetivo investir no mercado de ações e devem ter, no mínimo, 67% da sua carteira com esse tipo de investimento. Têm como principal fator de risco a variação de preços de ações em seu portfólio e são mais indicados para o longo prazo e para investidores que estão dispostos a correr mais riscos, em troca de uma expectativa de rentabilidade mais elevada.

Fundos data-alvo: fundos que buscam retorno num prazo referencial, através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, ações, câmbio etc.) Estes fundos reduzem a exposição ao risco em função do prazo para a data-alvo escolhida pelo investidor.

Para conhecer mais sobre os principais termos técnicos e se informar sobre as melhores opções para planejar seu futuro, confira os outros glossários sobre Capitalização, Seguro de Vida e Previdência Privada.