Outubro 2021

Relatório de desempenho

Planos atrelados a fundos de investimentos

Confira os relatórios de desempenho

  • ABSOLUTE

    ABSOLUTE ICATU I PREV

    • ABSOLUTE ICATU I PREV - 29.242.441/0001-81

      (Outubro) O fundo apurou relevantes ganhos nas posições compradas em bolsas desenvolvidas, em especial na posição comprada em bolsa americana. A carteira de ações locais contribuiu negativamente, em menor magnitude. No livro de juros houve ganho no mercado local, com destaque para posições tomadas em juros nominais. No externo, houve pequena contribuição positiva na posição tomada em treasuries. O livro de moedas não trouxe contribuição relevante no mês.

      O fundo aumentou a utilização de risco no mês e está comprado em bolsas desenvolvidas (principalmente a americana) e, em menor magnitude, em bolsa local. Também em bolsas, há exposição em pares L&S locais. No livro de juros, o fundo tem pequena posição tomada em treasuries e sem nenhuma posição relevante no livro de moedas.

  • ADAM CAPITAL

    ADAM ICATU PREV FIC FIM

    • ADAM ICATU PREV FIC FIM - 25.681.955/0001-82

      (Outubro) O mês de outubro confirmou o cenário de atividade global aquecida, especialmente na economia americana, respaldada pelo progresso na vacinação, aumento da mobilidade e pela divulgação de bons resultados das suas empresas no trimestre. O S&P se recuperou da queda do mês passado subindo 6,91%, registrando novo recorde. As bolsas europeias acompanharam o movimento da bolsa americana e a bolsa chinesa ficou no campo positivo com uma alta de 0,87%, apesar de ainda sofrer com a crise do setor imobiliário. Na China, as crises nos setores imobiliário e energético inibem projeções mais otimistas para o crescimento econômico. O crédito agregado desapontou, a balança comercial aumentou fruto da desaceleração das importações e o índice de preços ao consumidor segue abaixo da meta do governo. Apesar de utilizar uma forma mais lenta que a de costume, os bancos locais – seguindo instruções do PBOC – começaram a aliviar restrições ao crédito para potenciais compradores de imóveis. Entendemos que os indicadores de ativida- de poderão melhorar nos próximos meses, pois existe espaço para o PBOC ser mais determinante em suas decisões. Na Zona do Euro, o PIB calculado para o terceiro trimestre acelerou de 2,1% QoQ para 2,2% QoQ, acima da expectativa do mercado que era de 2,1%, ficando perto do nível pré-pandemia. Como esperado, o ECB manteve a taxa de juros e não alterou os programas de compras de ativos. Na entrevista, Lagarde reiterou a previsão de que as condições para justificar aumento de juros não devem ser alcançadas no “futuro próximo” e deixou claro que as taxas vão ficar nos níveis atuais até a inflação chegar a 2%, para um horizonte de tempo mais longo. Nos EUA, as vendas ao varejo apresentaram crescimento acima das expectativas e o consumo mostrou novos avanços. Com isso, a poupança das famílias continuou em queda, voltando para patamares praticamente normalizados. A atividade industrial de outubro surpreendeu positivamente, a confiança do consumidor também aumentou e os indicadores de emprego seguem elevados. Com a atividade aquecida, o S&P bateu novo recorde. A cadeia de suprimentos segue pressionando a inflação, assim como a alta nos preços de energia e o mercado de trabalho. Do lado micro, a tem- porada de resultados das empresas, de forma geral, confirmou o que temos visto do lado macro, com a maioria das empresas apresentando resultados positivos, bem como projeções saudáveis para os próximos trimestres. O resultado dos bancos trouxe reversão de provisão, com devolução de reservas à luz de inadimplência em níveis muito baixos. Por sua vez, a carteira de crédito não registra expansão significativa, porém acreditamos que a expansão deve começar a acelerar nos próximos trimestres, dada a normalização da taxa de poupança. Os resultados das empresas de tecnologia trouxeram números fortes de cresci- mento de receita e expansão de margens, com destaque para Google e Microsoft, que subiram mais de 10% no mês. Todavia, alguns players já citando pressão de custos de salários, como a Amazon, e problemas com escassez de produtos, conforme informado pela Apple, impactaram negativamente as margens no curto prazo, dado o aumento de input costs, como commodities e a dificuldade de contratar na economia americana, que tem pressionado os salários. Como consequência desses movimentos de normalização da atividade econômica e altas de preços, as curvas de juros – não só nos EUA como em outros países desen- volvidos – se achataram em outubro. Nos EUA, a taxa de juros de dois anos abriu cerca de 25bps no mês, superando a abertura de 12bps na taxa de 10 anos. Em meio a esse contexto, os dirigentes do FED vêm discursado de maneira alinhada, no sentido que a normalização da política monetária não prejudicará a recuperação econômica e que os impactos inflacionários devem se dissipar no médio prazo. Porém, com o Banco Central americano tem ficado cada vez mais “behind the curve”. Por isso, não descartamos que em novembro o FED anuncie o cronograma de tapering, cujo guidance começou a ser feito durante o Jackson Hole, em agosto, com uma narrativa mais hawkish. Conforme dissemos nos meses anteriores, concordamos com a avaliação do FED de que a inflação deve ceder nos próximos meses e consideramos o processo de normalização das taxas de juros natural e saudável para a trajetória das empresas. Isso porque a política monetária vem se ajustando para refletir o cenário de forte crescimento econômico, bastante correla- cionado com o lucro das empresas. No Brasil, o comprometimento da atividade econômica mais fraca vem ganhando espaço. A inflação continua pressionada, o risco do furo do teto de gastos, a falta de clareza sobre o novo programa assistencial Auxílio Brasil, e a constante ameaça do presidente Bolsonaro em interferir nos preços praticados pela Petrobras, suportaram o fraco desempenho da bolsa brasileira no mês de outubro. O COPOM, que supôs ter sido mais duro em sua decisão de aumentar a taxa SELIC em 150pbs e contratar uma nova alta de mesma magnitude para a próxima reunião, patrocinou uma robusta abertura nos juros futuros e uma desconfortável alta do dólar, o que não traz nenhum alívio para a inflação. Os fundos da Adam apresentaram resultados robustos no mês de outubro. Nossas teses de investimentos foram confirmadas em suas principais linhas de investimento, que têm na atividade econômica americana seu maior driver.

  • ALASKA ASSET MANAGEMENT

    ALASKA ASSET MANAGEMENT

    • ALASKA 100 ICATU PREV - 34.081.155/0001-11

      (Outubro) O fundo Alaska 100 Icatu Previdenciário FIM obteve um retorno de -6,55%, inferior aos -2,54% do benchmark IMA-B e superior aos -6,74% do Ibovespa. O fundo, que possui alocação próxima a 100% em ações, teve como destaque positivo as posições em ações do setor de utilities, enquanto do lado negativo o destaque foi o setor de papel e celulose.

      Em outubro, as participações no setor de óleo e gás aumentaram, enquanto as participações no setor de papel e celulose reduziram. O fundo segue posicionado aproximadamente 100% em ações, sendo as duas posições mais relevantes dos setores de mineração e de logística.

    • ALASKA 70 ICATU PREV - 29.722.458/0001-36

      (Outubro) O fundo Alaska 70 Icatu Previdenciário FIM obteve um retorno de -4,57%, inferior aos -2,54% do benchmark IMA-B. O fundo, que possui alocação próxima a 70% em ações e o restante em renda fixa, teve como destaque positivo as posições em ações do setor de utilities, enquanto do lado negativo o destaque foi o setor de papel e celulose.

      Em outubro, as participações no setor de óleo e gás aumentaram, enquanto as participações no setor de papel e celulose reduziram. O fundo segue posicionado aproximadamente 70% em ações, sendo as duas posições mais relevantes dos setores de mineração e de logística.

  • APEX CAPITAL

    APEX CAPITAL

    • APEX LONG BIASED ICATU PREV FIM 70 - 29.732.909/0001-16

      (Outubro) No mês de Outubro de 2021, o fundo Apex Long Biased Icatu 70 Prev FIM apresentou retorno de -4,85% e o CDI +0,48%. Os destaques positivos em termos absolutos foram em Mineração, Construção e Indústria. Os destaques negativos em termos absolutos foram em Consumo Básico, Transporte, Utilidade Pública e Bancos.

      O fundo terminou o mês com uma exposição líquida de 15% e bruta de 47%.

      A exposição bruta setorial do fundo está conforme a seguir: Petróleo, Gás e Biocombustíveis 10,33%; Materiais Básicos 9,34%; Bens Industriais 8,98%; Consumo Cíclico 20,79%; Consumo Não Cíclico 11,32%; Saúde 5,28%; Serviços Financeiros 15,43%; Tecnologia da Informação 0,12%; Telecomunicações 0,13%; Utilidade Pública 10,24% e IMA-B 30,32%.

    • APEX LONG BIASED ICATU PREV FIM 49 - 20.814.969/0001-03

      (Outubro) No mês de Outubro de 2021, o fundo Apex Long Biased Icatu Prev 49 apresentou retorno de -4,11% e o CDI +0,48%. Os destaques positivos em termos absolutos foram em Mineração, Construção e Indústria. Os destaques negativos em termos absolutos foram em Consumo Básico, Transporte, Utilidade Pública e Bancos.

      O fundo terminou o mês com uma exposição líquida de 22% e bruta de 62%.

      A exposição bruta setorial do fundo está conforme a seguir: Petróleo, Gás e Biocombustíveis 6,86%; Materiais Básicos 6,2%; Bens Industriais 5,96%; Consumo Cíclico 13,8%; Consumo Não Cíclico 7,52%; Saúde 3,51%; Serviços Financeiros 10,24%; Tecnologia da Informação 0,08%; Telecomunicações 0,09%; Utilidade Pública 6,8% e IMA-B 53,540%.

  • ARX INVESTIMENTOS

    ARX INVESTIMENTOS

    • ARX TARGET ICATU PREV FIC FIM - 31.353.579/0001-08

      (Outubro)

    • ARX INCOME ICATU PREV FIM - 03.879.361/0001-48

      (Outubro) O fundo teve uma rentabilidade de 4,62% no mês de outubro. Sua carteira é balanceada, com limite de até 49% em renda variável, replicando a estratégia do fundo ARX Income FIC FIA. Apresentaram contribuições positivas as altas de Vivo, Marfrig e Metalúrgica Gerdau, enquanto os maiores impactos negativos foram causados por Santos Brasil, Assaí e Hapvida. As maiores exposições do fundo estão nos setores de bancos, varejo, mineração, energia elétrica e petróleo.O restante da carteira é alocado em títulos públicos, balanceados entre LFT e NTN-B.

    • ARX INCOME ICATU PREV 100 FIC FIA - 37.355.672/0001-20

      (Outubro) O fundo teve uma rentabilidade de -6,80% no mês de outubro. Sua carteira replica a estratégia do fundo ARX Income FIC FIA. Apresentaram contribuições positivas as altas de Vivo, Marfrig e Metalúrgica Gerdau, enquanto os maiores impactos negativos foram causados por Santos Brasil, Assaí e Hapvida. Em linha com a estratégia de preservação de capital e de diversificação, as maiores exposições do fundo estão nos setores de bancos, varejo, mineração, energia elétrica e petróleo.

    • ARX DENALI ICATU PREV FIC FI RF CP - 31.353.579/0001-08

      (Outubro) O fundo teve uma rentabilidade de 0,63% em outubro. Os ativos brasileiros andaram na contramão dos mercados globais e passaram por uma forte reprecificação diante dos temores sobre a sustentabilidade fiscal de longo prazo. Apesar da estabilização nos spreads de crédito, os fundos performaram acima do carrego líquido da carteira puxados pelos ativos em %CDI. Os principais destaques positivos foram as LFSC, LFSN e outros ativos indexados ao percentual do CDI com duration mais elevada.

  • ATHENA CAPITAL

    ATHENA CAPITAL

    • ATHENA ICATU PREV FIM 70 - 29.045.319/0001-15

      (Outubro) A incerteza fiscal do país com a ameaça de não cumprimento do teto de gastos afetou de maneira importante a bolsa no mês e em especial ativos mais sensíveis a juros de longo prazo. Nesse sentido, sofremos com nosso basket de construção civil e no do segmento de consumo/varejo (Soma, Vivara, Natura e Arezzo). No setor de construção estamos com posição proporcionalmente maior no segmento de baixa renda (TEND e CURY), que consideramos mais protegido dado que possui juros fixos (funding vem do FGTS), possui uma demanda reprimida grande e o ambiente competitivo melhorou de maneira relevante já que a alta de custos construção levou a incorporadoras menores a abandonarem o programa Casa Verde Amarela. Em consumo/varejo, apesar de reconhecermos o impacto dos juros e possível recessão do país como um vetor contracionista para a demanda do segmento, nosso esforço é identificar as empresas dominantes que costumam gerar valor em meio a cenários difíceis através da expansão de market share.

    • ATHENA ICATU PREV FIM 49 - 26.680.218/0001-28

      (Outubro) A incerteza fiscal do país com a ameaça de não cumprimento do teto de gastos afetou de maneira importante a bolsa no mês e em especial ativos mais sensíveis a juros de longo prazo. Nesse sentido, sofremos com nosso basket de construção civil e no do segmento de consumo/varejo (Soma, Vivara, Natura e Arezzo). No setor de construção estamos com posição proporcionalmente maior no segmento de baixa renda (TEND e CURY), que consideramos mais protegido dado que possui juros fixos (funding vem do FGTS), possui uma demanda reprimida grande e o ambiente competitivo melhorou de maneira relevante já que a alta de custos construção levou a incorporadoras menores a abandonarem o programa Casa Verde Amarela. Em consumo/varejo, apesar de reconhecermos o impacto dos juros e possível recessão do país como um vetor contracionista para a demanda do segmento, nosso esforço é identificar as empresas dominantes que costumam gerar valor em meio a cenários difíceis através da expansão de market share.

  • AZ QUEST INVESTIMENTOS

    AZ QUEST INVESTIMENTOS

    • AZ QUEST PREV ICATU CONSERVADOR FIC FI RF CP - 23.883.385/0001-88

      (Outubro) O AZ Quest Prev Icatu Luce teve um rendimento de +0,60% no mês de outubro, resultado bastante acima da rentabilidade-alvo de longo prazo pensada para o fundo. As diversas estratégias apresentaram bons resultados no mês, com destaque para as carteiras de LFSN e debentures CDI. O fundo está 76% alocado, distribuído em 22 setores, com destaque para os setores de Rodovias, Elétricas e Bancos.

    • AZ QUEST INFLAÇÃO ATIVO PREV II FIC FI RF

      (Outubro) Em outubro, o fundo apresentou resultado negativo de -3,40%. No inicio do mês alongamos a posição dos fundos de renda fixa utilizando títulos atrelados à inflação (NTN-Bs), pois enxergávamos níveis de preços muito atrativos. Entretanto, na medida em que o Governo passou a sinalizar a intenção de “driblar” o limite do Teto de Gastos, os preços ficaram ainda mais “esticados”, pois o risco de furar o teto passou a ser muito maior. Entendemos a partir deste momento que seria prudente reduzir o nível de exposição de risco do fundo, diminuindo a exposição das NTN-Bs.

      A Equipe de Gestão sempre considerou a manutenção do regime fiscal como uma condição necessária para a recuperação dos ativos locais – o desrespeito à política de austeridade com os gastos públicos seria um “divisor de águas” para a construção dos temas. As incertezas do cenário somadas à alteração do regime fiscal levam a posições menores e táticas.

    • AZ QUEST ICATU MULTI PREV FIC FIM - 18.534.967/0001-19

      (Outubro) As incertezas do cenário local somadas à expectativa de manutenção do regime fiscal levaram a posições menores e estratégias levemente positivas (em especial, considerando os níveis de preços deprimidos). A leitura se mostrou equivocada e os fundos multimercados encerraram o mês com desempenhos negativos, mesmo com a baixa utilização do orçamento de risco dos mandatos.
      As estratégias no mercado de juros locais foram as maiores detratoras de resultado, com perdas nas posições compradas nas NTN-Bs com vencimentos de longo-prazo. Ganhos modestos com posições relativas nos juros nominais. Já a exposição tomada nos juros longos dos EUA acumulou ganhos, protegendo parte da exposição local.
      No mercado de câmbio, embora com exposições pequenas, a tese de desvalorização do Dólar contra uma cesta de “moedas de commodities” foi mantida, gerando ganhos modestos para o portfólio. Já a posição comprada em Real, em linha com a deterioração dos ativos brasileiros, registrou perdas no período.
      Por fim, a exposição comprada na bolsa brasileira acumulou perdas, assim como a posição comprada no índice de tecnologia dos EUA (Nasdaq). Já as posições nas bolsas europeias e japonesa acumularam ganhos.

      O cenário doméstico permanece incerto, com a condução da política fiscal assumindo o protagonismo. Em meados de outubro, a equipe econômica do Governo “formalizou” a intenção de descumprir a regra do Teto de Gastos e romper com um dos principais pilares da política fiscal. A medida trouxe forte desvalorização dos ativos, já partindo de um nível depreciado.
      A Equipe de Gestão sempre considerou a manutenção do regime fiscal como uma condição necessária para a recuperação dos ativos locais – o desrespeito à política de austeridade com os gastos públicos seria um “divisor de águas” para a construção dos temas. As incertezas do cenário somadas à alteração do regime fiscal levam a posições menores e táticas.

  • BAHIA ASSET MANAGEMENT

    BAHIA ASSET MANAGEMENT

    • Bahia AM PREV Icatu FIC FIM - 39.281.314/0001-45

      (Outubro) Atribuição de Performance e Perspectivas: O fundo teve resultado positivo com ganhos em Renda Fixa e perdas em Bolsa. Em Renda Fixa, os principais ganhos vieram de posições tomadas em juros nos Estados Unidos; vendidas em EURRUB e compradas em índices de empresas americanas. Em Bolsa, as perdas vieram das posições compradas em Consumo Discricionário, Fintechs, Saúde e Setor Elétrico, vendidas em Seguradoras além do direcional comprado. Tivemos ganhos, por outro lado, em posições compradas em FAAMGs e Energia Solar – TAN. No mês destacaram-se as altas nas inflações implícitas e a antecipação dos ciclos de política monetária no mundo. A continuação da forte elevação nas commodities energéticas se juntou à uma série de outros gargalos e contribuiu para uma maior preocupação quanto ao caráter transitório da inflação. Os ativos locais tiveram desempenhos destacadamente ruins. O destaque foi a decisão do governo de mudar a regra do teto de gastos para poder ampliar os benefícios sociais. Os dados de inflação continuaram a surpreender o mercado com os núcleos rodando acima do compatível com a meta.

      Posicionamento Atual: Consideramos que a economia global seguirá em expansão em ritmo acima do potencial. O ponto de partida positivo dos balanços das empresas e famílias e a recuperação do emprego servirão de impulso. Em Renda Fixa, temos posições tomadas em juros nos Estados Unidos; vendidas em EURRUB e compradas em índices de empresas americanas. Em Bolsa, temos posições compradas em Setor Elétrico, Saúde e Petróleo e Gás; relativas com exposição líquida comprada em Consumo Discricionário e vendida em Consumo Básico; relativas em Commodities, Bancos, Imobiliário, Transportes e Serviços Financeiros; e vendidas em Seguradoras e Telecomunicações. No mercado externo, temos posições relativas compradas em FAAMGs e Energia Solar – TAN e vendidas em Ouro e Nasdaq.

  • BNP PARIBAS ASSET MANAGEMENT

    BNP PARIBAS ICATU SEG FI RF PREV CP

    • BNP PARIBAS ICATU SEG FI RF PREV CP - 22.809.036/0001-53

      (Outubro) Possivelmente outubro ficará marcado como o mês em que o teto de gastos ruiu e a inflação atingiu o pico.Temos alternado neste relatório entre risco inflacionário e fiscal como vilões detratores de performance na Renda Fixa. O que parece é que esses riscos se “encontraram” agora, e o que se viu foi uma forte elevação de prêmio ao longo da curva. Ao BC não restou alternativa senão alterar para cima (de novo!) o ritmo do aperto da Selic para 150 bps, ressaltando o risco fiscal como principal motivo de não seguir o plano original de 100bps. Indicou ainda que a Selic terminal possivelmente seja mais alta.O curioso é que a piora na percepção de risco fiscal acontece junto a surpresas positivas neste mesmo campo – estados e municípios fazendo superávit primário em 2021, arrecadação superando expectativas com folga, queda da relação divida/PIB. O problema é o que está por vir. Dito isso deveremos efetuar uma redução de risco a despeito do exagero nos prêmios na renda fixa.

  • BOGARI CAPITAL

    BOGARI VALUE ICATU PREV FIM

    • BOGARI VALUE ICATU PREV FIM - 29.722.437/0001-10

      (Outubro) O fundo apresentou desvalorização de 10,64% no mês. A carteira segue composta por empresas com bons fundamentos e com a perspectiva de apresentar bons resultados nos próximos anos. O fundo tem posições concentradas nos setores de Saúde energia elétrica, bancos/serviços financeiros e consumo/varejo.
      No setor de saúde temos posições na Intermédica e Rede Dor .Em energia temos como destaque posições na Equatorial e Eneva. Em bancos/serviços financeiros seguimos com posições em Banco Inter e BTG Pactual. No setor de consumo temos uma exposição relevante em empresas que são mais resilientes ao cenário econômico, como Natura e BR distribuidora.

  • BRASIL PLURAL

    BRASIL PLURAL CRÉDITO CORPORATIVO ICATU PREV CP FIC FIRF

    • BRASIL PLURAL CRÉDITO CORPORATIVO ICATU PREV CP FIC FIRF - 23.263.359/0001-57

      (Outubro) A performance no mês de outubro foi consideravelmente acima do CDI, porém ficou abaixo da performance do ano e dos últimos 12 meses. Novamente os spreads de crédito apresentaram fechamento na maioria dos emissores da carteira, porém em menor magnitude que o mês anterior.
      Em relação as emissões primárias distribuídas a mercado, o ritmo que já estava forte aumentou, e manteve o prêmio superior ao mercado secundário. O fundo entrou em uma nova emissão. Na nossa visão, o mercado primário será ainda mais aquecido mês que vem e deverá se manter forte até o final do ano.
      Com a média móvel de mortes pela pandemia em queda, seguimos construtivos com a retomada da economia e com o ritmo do plano de vacinação, porém continuamos monitorando possíveis impactos da pandemia no portfólio.
      Por fim, o nível dos spreads de crédito continua atrativo na nossa visão, principalmente para emissores high grade (baixo risco de crédito), e acreditamos numa compressão à medida que a SELIC for aumentando e os fundos de crédito privado continuarem captando.

  • BUTIÁ INVESTIMENTOS

    BUTIÁ TOP ICATU SEG PREVIDÊNCIA FIRF CP

    • BUTIÁ TOP ICATU SEG PREVIDÊNCIA FIRF CP

      (Outubro) Os tempos de incerteza não parecem estar próximos do fim, continuam a demandar ajustes por meio de juros e, especialmente na última semana do mês, causaram uma volatilidade similar à do mercado de ações, principalmente naqueles títulos situados na ponta mais longa da curva. A pressão inflacionária não cedeu e surpreendeu negativamente as expectativas do mercado, puxando uma onda de revisões para cima, as projeções do IPCA desse e do próximo ano. A piora do cenário levou o Copom a acelerar o passo na reunião já no final de outubro, implementando ritmo de 1,5% e mantendo guidance de mesmo compasso para o mês. Atualizamos nossas premissas e agora em nosso cenário modal, a taxa Selic atinge 9,25% ao final de 2021 e chegando a 10,25% na reunião de fevereiro, com elevações de 150p.b. e 100p.b. respectivamente nas reuniões de dezembro e fevereiro. O cenário alternativo engloba duas altas de 150p.b. e uma última de 100p.b., finalizando o ciclo em 11,75%a.a. na reunião de março.
      Os dados da CVM mostram que as empresas brasileiras captaram R$505,5 bilhões até outubro de 2021, superando os R$433 bilhões emitidos em todo o ano de 2020. No mercado secundário, o volume de negociações se manteve elevado, somando R$21,2 bilhões. Os spreads de crédito dos ativos indexados ao CDI depois de diversas semanas em queda apresentaram abertura, principalmente nos títulos há mais de 24 meses distantes do vencimento, acomodando as perspectivas de juros.
      Em outubro, o Butiá TOP Icatu apresentou rentabilidade de +0,86% (178,41% do CDI). Nos últimos 12 meses, o fundo acumula retorno de +4,67% (151,02% do CDI). Ao final do mês, o carrego bruto foi de CDI +2,02% e a duration de 2,84 anos.
      Na ponta compradora, aumentamos a nossa exposição a Centauro e Assaí, acompanhando o crescimento do fundo, além da alocação no primário, da Emissão da Empresa Eldorado Celulose. Na ponta vendedora, reduzimos a exposição em créditos bancários.

  • CA INDOSUEZ BRAZIL S.A. DTVM

    CA INDOSUEZ ICATU PREV FIRF CP

    • CA INDOSUEZ ICATU PREV FIRF CP - 12.796.193/0001-18

      (Outubro) Mês: 0,99% / 207,01% CDI
      Acumulado 2021: 5,13% / 171,16% CDI
      12 meses: 6,12%/ 184,15% CDI
      O fundo encerrou mais um mês com desempenho muito superior ao CDI. Os principais contribuidores de performance no mês de outubro foram as Letras Financeiras Perpétuas do BNB, Bradesco, BTG, CEF e Itaú conjugadas com contratos futuros de juros. Dessa forma, preservamos o elevado carrego, capturamos a queda dos prêmios e não tivemos o impacto negativo de variação de expectativa de taxa. A taxa de retorno contratada, liquida de todos os custos (carrego), está em CDI+0,80%. Seguimos alocados, em Letras Financeiras de Bancos de primeira linha. Permanecemos com o nível de cautela máximo e convictos com os preços nos ativos com vencimentos próximos de 2023, tanto pela ótica de curva de juros quanto do prêmio de crédito.

  • CANVAS CAPITAL

    CANVAS ICATU PREV

    • CANVAS ICATU PREV - 24.405.282/0001-75

      (Outubro) Resultado de -2.51% em outubro. Quanto à performance do Fundo, na parte local houve perdas em bolsa, com posições compradas via índice e em ações específicas. As estratégias aplicadas em juros nominais na parte curta da curva e aplicadas em papeis atrelados à inflação na parte intermediária da curva também apresentaram resultado negativo. Resultado negativo em posição comprada no real.

  • CAPITÂNIA

    CAPITÂNIA MULTIPREV ICATU RF CP

    • CAPITÂNIA MULTIPREV ICATU RF CP - 27.239.065/0001-40

      (Outubro) O novo pânico brasileiro se instaurou na última metade de outubro, quando o governo anunciou o programa assistencial Bolsa Brasil ameaçando o “teto de gastos”. O ministro Paulo Guedes se limitou a dizer que “o Banco Central vai ter que correr um pouco mais rápido” na alta de juros para controlar a inflação e o Banco Central realmente subiu os juros, em 1,5%, para 7,75%, mirando em uma alta até 11% (contra expectativas otimistas anteriores entre 8% e 9%). Ao fim, o Ibovespa caiu 6,7% no mês (-13% no ano) e o real perdeu 3,5% contra o dólar, que fechou a 5,64. Os juros nominais explodiram para 12,20% até 2025 e os juros reais para dez anos atingiram 5,48%. O risco-Brasil de dez bateu 330 pontos, quase a máxima da pandemia. O índice IFIX de fundos imobiliários, que vinha conseguindo resistir até a última semana do mês, acabou cedendo à alta de juros e caiu 1,5%, contra uma queda de 2,5% no IMA-B, outro índice de retorno real.
      O mercado de crédito continua operando com muita liquidez e marginalmente comprador, apesar de ter encontrado um pouco de resistência pontual de um grande banco que acelerou um pouco as vendas no mês. Apesar dessa resistência pontual, o mercado primário continua muito aquecido, com fechamento de taxas e rateios grandes nas alocações, indicando que os investidores institucionais ainda têm bastante apetite nessa classe. O resultado dos fundos no mês foi negativamente impactado pela volatilidade do hedge que fazemos das nossas exposições a IPCA, já vemos uma melhora nesse impacto no mês de novembro. A parcela alocada em FII, apesar de pequena, também apresentou resultados fracos.

  • CLARITAS INVESTIMENTOS

    CLARITAS INVESTIMENTOS

    • Claritas Icatu PREV FIE FIC FIM - 37.627.900/0001-73

      (Outubro) O mês de outubro foi de recuperação nas bolsas globais, a despeito da alta nas curvas de juros e perspectiva de retirada dos estímulos por parte dos Bancos Centrais. As preocupações relacionadas ao crescimento global seguiram em destaque, com a economia da China em desaceleração e riscos no setor imobiliário. O agravamento da crise energética mundial contribuiu para a piora das expectativas de inflação, ampliando as pressões do lado da oferta e os problemas nas cadeias produtivas. No ambiente doméstico, os ativos passaram por uma das piores perdas desde o início da pandemia. O anúncio de expansão das despesas acima das expectativas e revisão do teto dos gastos, levou a uma quebra do cenário econômico e questionamento do arcabouço fiscal, com abandono do pilar de sustentabilidade das contas públicas vigente desde 2016. O Banco Central reagiu com uma alta da taxa de juros de 150bps, sinalizando outro aumento da mesma magnitude na reunião seguinte.

      Para novembro, as atenções no mercado global continuarão voltadas para a comunicação do FED e riscos advindos da China, tanto em relação aos riscos para o setor imobiliário, como especulações a respeito de novos estímulos para compensar a atual desaceleração do crescimento. Enquanto a discussão de arrefecimento do crescimento global for acompanhada por expectativa de uma alta transitória da inflação e mudança sutis de postura dos Bancos Centrais, a moderação do crescimento não deve ser negativa para o cenário econômico mundial. No entanto, caso ocorra perda de ritmo da atividade global mais forte em um cenário de inflação alta e necessidade de redução dos estímulos, as condições financeiras podem ser impactadas negativamente, com aumento da volatilidade, maior seletividade entre os diversos ativos e busca por proteção. No Brasil, as definições sobre o orçamento de 2022 e sinais de retomada da credibilidade fiscal com controle de novos gastos e compromisso com o teto dos gatos, são essenciais para frear a deterioração das expectativas inflacionárias e evitar expectativa de recessão em 2022.

      Relatório de posicionamento atual

      Mercado de Juros:
      Posição aplicada em vértices intermediários
      Posição aplicada na parte intermediária da curva de juros reais
      Posição tomada em Treasury de 10 anos

      Mercado de Bolsa:
      Carteira com cases de maior convicção
      Posição defensiva em índice e opções de venda
      Papéis com Beta
      Posição comprada em bolsas internacionais

      Mercado de Moedas:
      Posição em cross de desenvolvidos e contra o dólar americano
      Posição comprada em dólar contra real

  • CONSTÂNCIA INVESTIMENTOS

    CONSTÂNCIA INVESTIMENTOS

    • CONSTÂNCIA ICATU PREV FIM CP - 33.768.898/0001-00

      (Outubro)

  • CONSTELLATION ASSET MANAGEMENT

    CONSTELLATION ICATU 70 PREV FIM

    • CONSTELLATION ICATU 70 PREV FIM - 30.178.912/0001-19

      (Outubro) O Constellation Icatu 70 Prev FIM apresentou uma performance de -8,77% vs -6,74% do Ibovespa. Os principais detratores do mês foram Consumo, Financeiros e Utilities. O tema principal entre os detratores nos últimos meses tem sido o baixo desempenho das ações de empresas de crescimento, especialmente quando comparado com o setor de commodities (no qual o fundo tem uma exposição bem menor do que a do Ibovespa). Em tempos de incertezas globais e locais como este, o desempenho relativo das ações fica descorrelacionado e, no curto prazo, a carteira pode perder ou ganhar, sem que haja uma mudança real nos fundamentos das empresas. Embora as expectativas de crescimento econômico tenham diminuído recentemente, algumas de nossas ações tem sido mais impactadas por contrações de múltiplos do que revisões nos lucros. Com uma inflação momentaneamente mais elevada e, portanto, taxas de juros mais altas, as ações com duration mais longo acabam sofrendo. Estamos muito confiantes nos fundamentos dos nossos negócios e acreditamos que é melhor resistir a uma eventual volatilidade do que tentar acertar o timing do mercado e correr o risco de ficar fora de histórias de grande criação de valor.

  • EQUITAS INVESTIMENTOS

    EQUITAS INVESTIMENTOS

    • EQUITAS PREV II ICATU FIC FIA - 35.354.896/0001-91

      (Outubro)

  • FINACAP INVESTIMENTOS

    FINACAP ICATU PREV 70 FIM

    • FINACAP ICATU PREV 70 FIM - 33.499.011/0001-17

      (Outubro)

  • FORPUS CAPITAL

    FORPUS CAPITAL

    • FORPUS 100 ICATU PREV FIC FIA - 38.281.397/0001-00

      (Outubro) O Forpus 100 Icatu Prev FIC FIA caiu 9,47% em outubro contra uma queda de 2,54% do IMA-B no mesmo período. Os destaques negativos do mês foram posições compradas nos setores de Tecnologia (-2,38%), Consumo e Varejo (-1,59%) e Logística (-0,90%). O destaque positivo foi a posição comprada no setor de Papel e Celulose (0.07%). Apesar de a situação fiscal realizada estar melhor que a esperada, um potencial aumento de despesas acima do teto de gastos continua a contaminar as expectativas futuras das taxas de juros. Os juros mais altos geram grande liquidação de posições na bolsa brasileira, principalmente por parte de pessoas físicas. As empresas de menor valor de mercado e de múltiplos mais esticados parecem sofrer as maiores pressões. Acreditamos que este movimento deva continuar até haver alguma sinalização do fim do ciclo de aperto monetário. Destacamos, porém, que os bons fundamentos da economia brasileira, juntamente com uma possível melhora nas expectativas eleitorais, podem mudar rapidamente a dinâmica negativa vivida no presente. As exposições líquida e bruta do fundo permanecem baixas desde meados do mês passado. Uma possível vitória de Eduardo Leite nas prévias do PSDB, marcadas para o final desse mês, pode gerar um sinal positivo para os mercados locais.

  • FRANKLIN TEMPLETON

    ICATU SEG FRANKLIN TEMPLETON PREV FIM

    • ICATU SEG FRANKLIN TEMPLETON PREV FIM - 21.818.801/0001-39

      (Outubro)

  • FUNDAMENTA ADMINISTRAÇÃO

    FUNDAMENTA SELEÇÃO PREV FIM

    • FUNDAMENTA SELEÇÃO PREV FIM - 31.248.087/0001-44

      (Outubro) Em outubro o fundo rendeu -1,39% (-290% do CDI), 12 meses 2,52% (76% CDI), 24 meses 3,37% (50% CDI) e desde o início rende 8,69% (80% CDI). Os fundos de ações long only contribuíram com -1,79% no mês fundos de inflação com -0,23%, fundo cambial +0,19%, fundos macro +0,11%, crédito +0,06% e hedge vendido em índice futuro de bolsa +0,30%.

      A carteira continua bem diversificada em uma seleção dos melhores fundos de previdência do Brasil, sendo 27,9% em fundos Macro, 17,5% Renda Fixa Crédito, 14,6% Ações Long Only, 11,4% Equity Hedge, 10,5% Inflação, 6,7% Cambial e 11,8% Caixa.

      Hedge, -4,2% vendido em índice futuro.

      A carteira está bem posicionada para um cenário que é positivo no exterior, mas ainda negativo no Brasil enquanto não se define a questão fiscal, o novo patamar de juros e com eleições pela frente. Porém já vemos os preços dos ativos bastante descontados gerando algumas boas oportunidades para o médio e longo prazos.

  • GALAPAGOS CAPITAL

    GALAPAGOS CAPITAL

    • GALAPAGOS ICATU DARWIN PREV GLOBAL FICFI MM - 37.279.513/0001-93

      (Outubro)

  • GARDE INVESTIMENTOS

    GARDE ARAMIS ICATU PREV FIC FIM

    • GARDE ARAMIS ICATU PREV FIC FIM - 29.275.210/0001-74

      (Outubro) Em outubro, na renda fixa, o resultado foi positivo. Nos juros reais, ganhos com posições compradas em indexador e desinclinação na barriga da curva. Nos juros nominais, perdas nas posições relativas que se beneficiavam de um ciclo menor de alta de juros, que foram compensadas parcialmente com opções de Copom. No câmbio, operamos com uma pequena posição comprada em BRL que gerou retorno levemente negativo. Em ações, o mês foi marcado por forte queda da bolsa local, enquanto nos EUA vimos os mercados atingirem novos patamares históricos de alta. No mercado doméstico, o esperado furo do teto dos gastos levou a uma forte abertura da curva de juros, e como consequência a uma reprecificação da bolsa para baixo. Esse aperto monetário também deve se traduzir em menos crescimento. Após uma performance negativa no início do mês, ajustamos nossas posições para esse cenário, chegando a ficar taticamente vendidos e defendendo nossa carteira com exposição a juros longos.

  • GAUSS CAPITAL

    GAUSS ICATU PREV FIC FIM

    • GAUSS ICATU PREV FIC FIM - 26.343.792/0001-90

      (Outubro) Em outubro, o Gauss Prev Icatu (“Fundo”) registrou perda de 2,53%. No mercado externo, o apetite a risco manteve-se suportado mesmo com uma antecipação da precificação da remoção dos estímulos em países emergentes e desenvolvidos. Por exemplo, S&P e Nasdaq apreciaram 6,9% e 7,9% apesar da alta de 21bps nas treasuries de 5 anos. Os ativos locais, no entanto, foram a principal fonte de volatilidade no portfólio. A mudança repentina no teto de gastos, principal âncora fiscal dos últimos anos, causou um aumento substancial do prêmio de risco Brasil. O Bolsa Família de R$400, pedidos de demissão de secretários da equipe econômica, somados a benefícios como vale gás e vale caminhoneiro surpreenderam os mercados. Assim o real desvalorizou-se 3,5% frente ao dólar, o Ibovespa caiu 5,8% e a curva de juros nominal abriu cerca de 200bps. O fundo registrou perdas na carteira de ações locais e aplicadas em juro nominal e real no Brasil, não compensadas pelos ganhos nas posições tomadas na Polônia.

      Posicionamento: No mercado externo, aumentamos a exposição comprada em bolsas, enquanto mantemos a preferência por ações ligadas à reabertura no Japão, airlines e hospitalidade nos Estados Unidos. Além disso, mantemos posições tomadas na Polônia e adicionamos posições aplicadas nas treasuries. No mercado local, zeramos as posições de Renda Fixa e aumentamos a exposição comprada no real. Por fim, mantemos posições relevantes compradas na debênture participativa de Vale e em ações selecionadas com hedge no índice.

  • GIANT STEPS CAPITAL

    GIANT STEPS CAPITAL

    • GIANT PREV ICATU I FIE FIC FIM - 35.927.113/0001-11

      (Outubro) Atribuição de Performance: O fundo terminou o mês de outubro com resultado bastante positivo. Os principais ganhos vieram das posições tomadas em juros locais e compradas em dólar – posições decorrentes da estratégia Zarathustra. As principais detratoras de performance no mês foram as posições em ações no Brasil.

      Posicionamento Atual: O fundo começa novembro com uma redução significativa de risco nas posições em equities e juros, principalmente no mercado local. Apesar dessa movimentação, o fundo segue comprado em equities, aplicados nos juros ao redor do mundo, tomado nos juros locais e comprado em dólar.

  • HIX CAPITAL

    HIX CAPITAL

    • HIX ICATU PREV LONG ONLY QUALIFICADO FI EM COTAS DE FI MM 100 - 29.800.227/0001-01

      (Outubro) Posicionamento Atual: O cenário internacional ainda é incerto e enfrentou efeitos inflacionários oriundos da convergência de tendências estruturais e pontuais de redução de oferta no setor de energia. A China e a Europa são duas das principais regiões que sofreram com esse choque impondo desafios para seus bancos centrais.
      No Brasil, a crise inflacionária segue sendo impactada por diversos setores, como o de energia que teve fortes pressões de preço e foi agravada pela depreciação da taxa de câmbio. Além disso, os juros futuros aumentaram significativamente ocasionando o aumento do prêmio de risco dado o cenário deteriorado.
      Em contrapartida, cremos que as empresas do portfólio da HIX possuem operações bem estruturadas, balanço sólido, time de gestão competente, barreiras de entrada e vantagens competitivas. As maiores posições compradas são: Eneva (8,9%);Light (7,7%);NotreDame (6,6%) e Jereissati (6,5%).
      Atribuição de Performance: O fundo, nesse mês de setembro, encerrou com retorno negativo de -12,32%, enquanto o Ibovespa fechou em -6,74%.
      As maiores contribuições de performance do fundo foram Sul América (SULA) com +0,07% e Vittia (VITT) com +0,03%. Em contrapartida a Light contribuiu negativamente em -2,29%, o Grupo SBF (SBFG) em -1,53% e a Eneva (ENEV) em -1,31%.
      Uma das formas que vemos nossos investimentos é através da TIR de 5 anos. Historicamente a TIR média do nosso portfólio sempre esteve próximo de 20%, no entanto recentemente temos visto uma TIR de 28% e com uma qualidade das empresas muito alta. Hoje temos esta TIR com empresas com modelos de negócios extremamente vencedores, com empresas líderes em seus setores e ótima equipe de gestão.
      Seguimos otimistas, principalmente em relação às empresas do nosso portfólio, que possuem um perfil equilibrado, diversificado, sem alavancagem, líquido e sem concentrações excessivas, já que são empresas de alta qualidade.

  • IBIUNA INVESTIMENTOS

    IBIUNA PREV ICATU FIC FIM

    • IBIUNA PREV ICATU FIC FIM - 18.041.877/0001-96

      (Outubro) O livro de juros globais contribuiu de forma relevante para o retorno do fundo, com destaque para as posições tomadas nas curvas da Polônia, África do Sul e Chile. Em ações, posições compradas em índices de bolsa de países desenvolvidos também contribuíram de forma relevante neste mês.
      Na renda fixa no Brasil, seguimos comprados em inflação implícita, posições aplicadas em juros reais e em trades de valor relativo nas curvas de juros real e de implícitas. No mundo desenvolvido, seguimos com viés tomador diante de pressões persistentes de inflação, com posições nos EUA, Alemanha, Itália e Inglaterra. No mundo emergente, reduzimos posições tomadas no Chile, mantemos posições tomadas no Leste Europeu e África do Sul, e adicionamos posições tomadas em Israel. Na renda variável, mantemos a exposição comprada em índices futuros nos EUA e Europa. Em moedas, temos posição compradas no Dólar vs. o Real e mantemos posições principalmente em pares cruzados de moedas.

  • ICATU VANGUARDA

    ICATU VANGUARDA

    • ICATU VANGUARDA FIFE FIM PREV - 09.315.634/0001-08

      (Outubro)

    • ICATU VANGUARDA DIVIDENDOS FIA PREVIDENCIÁRIO - 36.617.562/0001-26

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: O fundo Icatu Vanguarda Dividendos Previdenciário tem como principais participações ITSA4 – Itaúsa (9,48%), VIVT3 – Telefônica Brasil (7,09%) e BBDC3 – Bradesco (5,99%).

    • ICATU VANGUARDA FIC FI RF PLUS PREV - 04.223.291/0001-38

      (Outubro) No mês de outubro o IV RF PLUS FIFE rendeu 0,14%, contra 0,48% do CDI. Nos últimos 12 meses, o fundo acumula retorno de 4,57%, contra 3,32% do CDI.
      A carteira de crédito privado representa 50% do patrimônio e agregou 29 bps para o fundo no mês.
      Em relação a parcela de risco de mercado, outubro foi um mês de aumentos expressivos nos prêmios de risco nos ativos locais. A contínua discussão sobre flexibilização ou mesmo extinção da principal âncora fiscal do Brasil, o Teto de Gastos, contribuiu majoritariamente para a piora da percepção de risco do país. Se, por um lado, no curto prazo a dívida pública e os dados de arrecadação de tributos continuam surpreendendo positivamente, por outro, permanecem incertezas quanto à trajetória futura das contas públicas. Neste sentido, como serão endereçadas as questões dos precatórios e do novo programa social do governo, o Auxílio Brasil? E, após estas serem equacionadas, a austeridade fiscal será retomada ou abandonada de vez? Diante deste cenário, fizemos uma gestão bastante ativa da duration do fundo, a fim de capturar ganhos em cenário de alta volatilidade nos preços dos ativos.

    • ICATU VANGUARDA FOF FI MM PREV CRÉD PRIV - 33.520.911/0001-07

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: Trata-se de um fundo multi classe e multi gestor com gestão ativa. A gestão ativa é responsável por escolher as melhores oportunidades entre as grandes classes de ativos existentes, decidir os pesos/tamanhos em cada classe (periodicidade trimestral e anual) e decidir os melhores gestores em cada um destes segmentos. Os pesos entre as diferentes classes de ativos assim como os gestores escolhidos variam com o tempo de acordo com parâmetros qualitativos, quantitativos e analises macro econômicas fundamentalistas. Este mês o fundo rendeu -2,49%.

    • ICATU VANGUARDA HEDGE FI MM PREV - 28.557.920/0001-24

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: A robustez da atividade econômica – com exceção da China – e principalmente a maior preocupação com a inflação corrente levaram à intensificação do movimento de abertura das curvas de juros globais. Os bancos centrais de países emergentes já haviam iniciado seus ciclos de aperto, que em muitos foram intensificados, como no caso do Brasil. No mês de outubro os bancos centrais de países desenvolvidos seguiram essa tendência e embora ainda não tenham efetivamente iniciado seus ciclos de altas de juros – à exceção da Noruega – sinalizaram antecipação destes para 2022 ou no máximo 2023. No Brasil a abertura de juros globais se somou à perda da âncora fiscal, causando a ativação momentânea de limites de alta no mercado de juros local.
      No exterior, as taxas de juros reais ainda baixas e a forte demanda deram suporte aos ativos de risco no mundo desenvolvido, cujas bolsas apresentaram forte alta, principalmente nos Estados Unidos. A maioria dos países emergentes também se beneficiou do movimento, ao converso do ocorrido no Brasil, cujo cenário de desarranjo fiscal e desancoragem das expectativas de inflação pesou fortemente sobre a bolsa local.

      Em bolsa, seguimos com a exposição à bolsa americana, que foi levemente reduzida.
      No mercado de renda fixa, elevamos a posição tomada na ponta longa da curva de juros nominais americana. No mercado local, elevamos a posição aplicada na ponta curta da curva de juros nominais em detrimento das posições aplicadas em juros reais, que além de reduzidas, foram encurtadas.
      Em moedas, elevamos a exposição total da carteira, assim como a exposição comprada nos dólares canadense e australiano. A posição vendida em euro foi elevada, tornando-a a única moeda de funding da carteira. Já a posição vendida no iene foi revertida para compra, tendo em vista a forte depreciação recente da divisa. Por fim, a posição comprada no peso mexicano foi encerrada.

    • ICATU SEG DURATION FI RF - 04.511.286/0001-20

      (Outubro) No mês de outubro o ICATU SEG DURATION FIRF rendeu -2,76%. Nos últimos 12 meses, o fundo acumula retorno de 1,15%, contra 10,43% do IPCA.
      O portfólio de crédito privado representa 29% do patrimônio e agregou 0 bps para o fundo no período.
      Em relação a parcela de risco de mercado, outubro foi um mês de aumentos expressivos nos prêmios de risco nos ativos locais. A contínua discussão sobre flexibilização ou mesmo extinção da principal âncora fiscal do Brasil, o Teto de Gastos, contribuiu majoritariamente para a piora da percepção de risco do país. Se, por um lado, no curto prazo a dívida pública e os dados de arrecadação de tributos continuam surpreendendo positivamente, por outro, permanecem incertezas quanto à trajetória futura das contas públicas. Neste sentido, como serão endereçadas as questões dos precatórios e do novo programa social do governo, o Auxílio Brasil? E, após estas serem equacionadas, a austeridade fiscal será retomada ou abandonada de vez? Diante deste cenário, fizemos uma gestão bastante ativa da duration do fundo, a fim de capturar ganhos em cenário de alta volatilidade nos preços dos ativos. Com isso, o fundo encerrou o mês com duration de 4,95 anos.

    • ICATU SEG FICFI PRIVILEGE CONSERVADOR RF - 16.557.835/0001-87

      (Outubro)

    • ICATU VANGUARDA MULTIESTRATÉGIA MODERADO FC DE FI MM PREV - 04.223.314/0001-04

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: Na parcela de RF, o fundo Icatu Vanguarda Multiestratégia Moderado Previdenciário fechou o mês com posições nos segmentos de inflação curta, inflação longa e CDI. A parcela de Renda Variável, que representa 18,1% do fundo, é dividida entre os produtos Icatu Vanguarda IBX FIA Prev., que segue a alocação do índice IBX, e o Icatu Seg Income FIA, que tem como principais participações ITSA4 – Itaúsa (9,48%), VIVT3 – Telefônica Brasil (7,09%) e BBDC3 – Bradesco (5,99%).

    • ICATU VANGUARDA MULTIESTRATÉGIA ARROJADO FIC FIM PREV - 03.537.456/0001-83

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: Na parcela de RF, o fundo Icatu Vanguarda Multiestratégia Arrojado Previdenciário fechou o mês com posições nos segmentos de inflação curta, inflação longa e CDI. A parcela de Renda Variável, que representa 39,4% do fundo, é dividida entre os produtos Icatu Vanguarda IBX FIA Prev., que segue a alocação do índice IBX, e o Icatu Seg Income FIA, que tem como principais participações ITSA4 – Itaúsa (9,48%), VIVT3 – Telefônica Brasil (7,09%) e BBDC3 – Bradesco (5,99%).

    • ICATU SEG FOCO MINHA APOSENTADORIA 2030 FIC de FIM - 07.190.746/0001-54

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: Data alvo é estratégia de investimentos onde o portfólio é montando visando a utilização de recursos em uma data futura. A gestão do Fundo funciona como um piloto automático para o investidor.
      A Icatu Vanguarda fica encarregada de ajustar a composição da carteira do Fundo no decorrer do tempo, rebalanceando anualmente, visando adequar os investimentos ao prazo remanescente.
      Focamos nas decisões de investimentos, não sendo influenciado por movimentos de curto prazo e tornando o produto bastante eficiente por eliminar a necessidade de migração de produto ao longo da vida.
      No ano de 2021 a alocação do portfólio é de aproximadamente: 16,1% em Renda Variável, 23,0% em inflação longa, 34,2% em inflação curta, 6,9% em pré-fixado e 19,4% em CDI.

    • ICATU SEG FOCO MINHA APOSENTADORIA 2040 FIC de FIM - 07.190.735/0001-74

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: Data alvo é estratégia de investimentos onde o portfólio é montando visando a utilização de recursos em uma data futura. A gestão do Fundo funciona como um piloto automático para o investidor.
      A Icatu Vanguarda fica encarregada de ajustar a composição da carteira do Fundo no decorrer do tempo, rebalanceando anualmente, visando adequar os investimentos ao prazo remanescente.
      Focamos nas decisões de investimentos, não sendo influenciado por movimentos de curto prazo e tornando o produto bastante eficiente por eliminar a necessidade de migração de produto ao longo da vida.
      No ano de 2021 a alocação do portfólio é de aproximadamente: 38,6% em Renda Variável, 38,1% em inflação longa, 14,1% em inflação curta, 3,3% em pré-fixado e 5,5% em CDI.

    • ICATU VANGUARDA MINHA APOSENTADORIA 2050 FIC FIM - 35.636.610/0001-60

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: Data alvo é estratégia de investimentos onde o portfólio é montando visando a utilização de recursos em uma data futura. A gestão do Fundo funciona como um piloto automático para o investidor.
      A Icatu Vanguarda fica encarregada de ajustar a composição da carteira do Fundo no decorrer do tempo, rebalanceando anualmente, visando adequar os investimentos ao prazo remanescente.
      Focamos nas decisões de investimentos, não sendo influenciado por movimentos de curto prazo e tornando o produto bastante eficiente por eliminar a necessidade de migração de produto ao longo da vida.
      No ano de 2021 a alocação do portfólio é de aproximadamente: 61,8% em Renda Variável, 30,5% em inflação longa, 2,9% em pré-fixado e 4,1% em CDI.

    • ICATU SEG PRIVILEGE RF FIC FI - 09.321.515/0001-68

      (Outubro)

    • ICATU VANGUARDA FIC FI RF INFLAÇÃO LONGA PREV - 04.228.716/0001-00

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: O fundo encerrou o mês de outubro com yield real médio de 5,54% e duration de 11,43 anos. A contribuição do IPCA para a rentabilidade das NTN-Bs foi de 1,03% em outubro e 8,21% em 2021.

    • ICATU VANGUARDA FIC FI RF INFLAÇÃO CURTA PREV - 12.823.627/0001-21

      (Outubro) No cenário internacional, houve mudança na postura de diversos bancos centrais no que tange a antecipações de ciclos de aperto monetário, diante da persistência da inflação global. No Brasil, o IPCA-15 de outubro trouxe nova surpresa altista, levando a novas rodadas de revisões para o IPCA do ano. Mas o principal evento do mês foi a sinalização de rompimento da principal âncora fiscal do país com aval do ministério da economia para uma flexibilização no teto de gastos com o intuito de abrir espaço no orçamento, em meio à demora na aprovação da PEC dos precatórios e a dificuldade de se encontrar uma fonte de financiamento para o programa Auxílio Brasil. O movimento, que levou a uma debandada na equipe econômica, impactou fortemente os prêmios de risco e as expectativas de inflação uma semana antes da decisão do Copom. Diante do estresse, o Banco Central foi obrigado a acelerar o ritmo de alta da Selic, aumentando a taxa em 150bps e indicando mais uma alta da mesma magnitude para dezembro.
      Posicionamento: O fundo encerrou o mês de outubro com yield real médio de 5,42% e duration de 2,29 anos. A contribuição do IPCA para a rentabilidade das NTN-Bs foi de 1,03% em outubro e 8,21% em 2021.

    • ICATU VANGUARDA ABSOLUTO FIRF CP PREV - 21.494.444/0001-09

      (Outubro) No mês de outubro o IV Absoluto FIRF rendeu 0,83%, contra 0,48% do CDI. Nos últimos 12 meses, o fundo acumula retorno de 6,12%, contra 3,32% do CDI.
      Destaque para a carteira de crédito indexada ao IPCA, já considerando o efeito do hedge para proteção de risco de mercado, que agregou 27 bps ao fundo, principalmente por conta das debêntures da Concessionária Auto Raposo Tavares (CART), que foram objeto de recompra no período, com um pagamento de prêmio atribuído ao evento.
      Ao longo do mês, o fundo comprou, via mercado primário, seis novas emissões de debêntures, duas letras financeiras e dois CDBs. As compras totais no mês tiveram spread médio de crédito de 177 bps e duration de 4,17 anos.
      A carteira de crédito, que representa 79% do patrimônio do fundo, possui um spread de 1,84% acima do CDI e duration de 2,84 anos.

  • INDIE CAPITAL

    INDIE ICATU PREV FIM

    • INDIE 49 ICATU PREV FIM - 29.732.967/0001-40

      (Outubro) Em outubro, o Indie FIC FIA teve retorno de -14,4% contra queda de -6,8% do IBX. Desde o início (dezembro de 2012), entregamos retorno acumulado de 230.9% contra 100% do IBX e 69.8% do Ibovespa. As maiores contribuições negativas para a carteira do fundo foram os investimentos em Meliuz e Unidas. Enquanto nosso investimento em PetroRio foi o destaque positivo.
      Os riscos que apontamos no comentário do mês passado (tensão institucional entre executivo e judiciário; preocupação da evolução da estabilidade fiscal e pressão inflacionária) continuaram a guiar as discussões ao longo do mês de outubro, trazendo maior aversão a risco doméstico. Como resultado, tivemos um descolamento da evolução do mercado brasileiro da retomada global com forte realização de preço nos principais ativos locais.
      Momentos como esse, buscamos nos aproximar ainda mais da nossa filosofia de investimento, que se torna a bússola para nos guiar em mares turbulentos como os atuais. É preciso separar o que é ruído de curto prazo (que acaba afetando e descolando o preço atual do valor real dos ativos) e o que pode resultar em mudanças estruturais que podem impactar nossas teses de investimentos.
      Ao longo do mês, continuamos a montar nossa posição de investimento no intermediário logístico Sequoia, que, como adiantamos anteriormente, ganhamos maior confiança na execução de seu plano de expansão. Além disso, aproveitamos algumas alterações de valuation relativos para realizar pequenas movimentações na carteira.
      Nossa carteira continua com por volta de 25 investimentos, boa parte deles relacionada a temática de crescimento acelerado. Acreditamos que por mais desafiador que seja o cenário de curto prazo e que o cenário macroestrutural tenha se deteriorado, investir na combinação de (i) modelo de negócios com diferenciais competitivos claros, (ii) que resolvem grandes problemas e (iii) são geridos por excelentes executivos seja a melhor forma de se proteger de ruídos de mercado e gerar valor no longo prazo.

    • INDIE 100 ICATU PREV FIM - 35.844.884/0001-45

      (Outubro)

  • INTEGRAL INVESTIMENTOS

    INTEGRAL ICATU PREV FIRF CP

    • INTEGRAL ICATU PREV FIRF CP - 33.588.888/0001-84

      (Outubro) O fundo Integral Icatu Previdenciário Crédito Privado fechou o mês com retorno de 0,52% ou o
      equivalente a spread anualizado de 0,38% sobre o CDI do período. Nos últimos 12 meses, o fundo alcançou retorno de 4,86%, ou CDI + 1,46%.
      Os fundos de renda fixa seguiram apresentando captação líquida positiva em outubro, captando mais de R$34,4 bilhões, segundo dados da Anbima. A categoria de crédito privado continua como destaque de captação, com mais um mês de entrada líquida de recursos nos fundos. Neste contexto, o apetite por ativos de crédito permanece elevado, especialmente para os papéis indexados ao CDI. No mês de outubro o IDA-DI, índice da Anbima que mede o retorno de uma cesta de debêntures indexados ao CDI, teve retorno de 0,68%.
      Em relação ao cenário macroeconômico, outubro foi mais um mês em que enxergamos aumento das incertezas, principalmente para a economia doméstica. A inflação persistentemente alta e as dúvidas em relação ao cenário fiscal brasileiro levaram as taxas de juros futuros a dispararem, com praticamente toda a curva apresentando taxas superiores a 12%. Apesar disso, ainda não enxergamos grandes movimentos nos spreads de crédito. Seguimos atentos aos preços em mercado secundário e possíveis reprecificações.
      Nossa carteira continua concentrada em nomes com boa classificação de risco de crédito e com resiliência para enfrentar um cenário mais desafiador à frente.

  • INTER ASSET

    INTER ASSET

    • INTER CONSERVADOR ICATU SEG PREVIDÊNCIA FIM CRED PRIV - 25.098.148/0001-31

      (Outubro) O fundo segue uma estratégia de investimentos em ativos de crédito privado desde a alteração de seu regulamento, no início de 2018. No terreno positivo, zeramos as posições nas LFSCs detidas pelo fundo (Banco do Nordeste, BTG Pactual, Itaú e ABC) com ganhos significativos em relação as marcações do administrador, contribuindo positivamente para a performance das letras financeiras em outubro (349,7% do CDI). No mercado secundário de debêntures, houve uma momentânea redução no movimento de fechamento dos spreads – o que consideramos saudável – resultando em uma performance positiva, mas apenas um pouco acima do carrego nesta subcategoria (143% do CDI). Seguimos bastante confortáveis com a qualidade de crédito da carteira como um todo e destacamos o carrego dos ativos de crédito (DI + 1,76%) que se encontra em níveis altos historicamente, criando boas perspectivas para o cenário à frente.Mantemos a alocação em ativos de alta qualidade de crédito, com foco no retorno de longo prazo. A duration da carteira de crédito é de 2,45 anos e 98% da sua carteira de crédito é composta por ativos AA e AAA.

    • INTER SELECTION ARROJADO ICATU FIM PREV CP - 36.620.025/0001-35

      (Outubro) O fundo investe em fundos de Renda Fixa, Multimercado, Macro, Quantitativo e Ações e tem objetivo de otimizar a relação retorno/risco da carteira, proporcionando a seu investidor segurança, diversificação e rentabilidade no longo prazo.
      A performance do fundo em Outubro o foi negativamente impactada pelos fundos de ações, que seguiram a queda do Ibovespa . Outubro foi mais um mês desafiador para ativos de risco, com o Ibovespa fechando aos 103.500 pontos e acumulando uma queda mensal de -6,74%– superando, inclusive, a desvalorização do último mês. O dólar. Os principais motivos pela queda de outubro são os mesmos dos meses anteriores: preocupações fiscais, tensões políticas e, consequentemente, abertura da curva de juros. Em outubro especificamente, todas as gestoras underperformaram o Indice, sendo que algumas caíram aproximadamente o dobro do índice. Seguimos alocados majoritariamente nas classes de fundos Macro, Ação e Juros.

    • INTER SELECTION TOP PREV FIM CP - 32.811.956/0001-60

      (Outubro) O Inter Selection Top Prev é um fundo multimercado que busca uma alocação estratégica em diversas classes de ativos, objetivando uma volatilidade em torno de 6% a.a. No mês de outubro, o fundo apresentou rentabilidade negativa dado o cenário doméstico, que impactou o mercado brasileiro de forma geral: juros, ações. O retorno positivo veio de caixa, fundos descorrelacionados, macro e fundos globais. Neste mês, não foi definida nenhuma mudança em sua alocação estratégica. O aumento em juros no portfólio é consequência de um movimento que se iniciou em setembro, em que diminuímos fundos macro e aumentos juros (inflação curta).

  • JGP

    JGP

    • JGP PREV MULTIMERCADO ICATU SEGUROS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FI - 38.015.773/0001-14

      (Outubro) O mês de outubro foi de valorização das bolsas norte-americanas, voltando para um padrão de ganhos e baixa volatilidade, que havia sido perdido em setembro com os problemas relacionados ao setor de construção na China. O FED anunciou o tapering no início desse mês, reduzindo o ritmo de compras de títulos. Contudo, a política monetária permanece expansionista. No geral, a visão de que a economia está forte e a política monetária acomodativa se mantém, o que é bom para os ativos de risco.

      No Brasil, os ativos financeiros, que já vinham sofrendo há algum tempo, tiveram um mês de desempenho muito ruim, com a depreciação do Real e queda no Ibovespa, decorrente, principalmente, do anúncio do Governo de que os gastos não caberiam no limite estabelecido pela lei do teto de gastos e da tensão pré eleitoral. Algum plano fiscal terá que ser feito no futuro para restabelecer a credibilidade da política fiscal e a crença de que o endividamento público está sob controle. Enquanto isso, o mercado deve trabalhar com prêmios de risco elevados. Além disso, as altas das taxas de juros deverão pesar negativamente na atividade no próximo ano. A inflação, por sua vez, permanece elevada e disseminada.

      Acreditamos que as alocações do fundo em juros reais e nominais e a carteira de renda variável seguem apresentando uma boa opção de investimento para o médio/longo prazo, mas o tamanho dessas alocações, os vértices e ações escolhidas refletem a mudança do cenário de risco atual e as novas oportunidades que se apresentaram.

    • JGP AÇÕES ESG 100 PREV ICATU SEGUROS FI EM COTAS DE FIA - 35.807.793/0001-30

      (Outubro) A percepção do risco Brasil sofreu uma nova mudança de patamar em outubro. A partir do momento em que a discussão do furo do Teto de Gastos se instalou, houve pedido de demissão de alguns membros da equipe econômica e, em algum momento, especulou-se que o ministro da fazenda também estaria de saída. O teto de gastos, apesar de insustentável no longo prazo, se mostrava no presente momento como uma importante âncora fiscal, que acabou se perdendo no mês de outubro. Com isso, as curvas de juros no Brasil fizeram novas máximas no ano e a bolsa, novas mínimas.

      No lado micro no Brasil, nossa visão não mudou. Continuamos vendo diversas empresas de qualidade com retornos atrativos, mas, sem dúvidas, a piora do cenário no Brasil e no mundo tem nos deixado bastante preocupado. Por enquanto não fizemos ajustes relevantes na carteira.

      Tem sido impressionante a velocidade com que o cenário macro do Brasil se deteriorou em poucos meses. Apesar das turbulências externas, como a desaceleração da China e o choque na cadeia de suprimentos, não há dúvidas de que o Brasil criou seus próprios problemas e conseguiu descolar da performance mundial. Hoje estamos encarando um cenário de juros muito altos, inflação elevada e crescimento baixo (quem sabe até recessão em 2022). Com essa combinação, e uma eleição polarizada, as perspectivas para a bolsa ficaram muito mais desafiadoras. Vemos muitas empresas com preço descontado, mas o nível de juros e de risco nos fez reduzir mais uma vez a alocação dos fundos, para algo como 85%. No momento preferimos manter uma alocação mais baixa enquanto o grau de incerteza se mantém excessivamente elevado.

  • KADIMA ASSET MANAGEMENT

    ICATU KADIMA FIE PREV FIC FIM CP

    • ICATU KADIMA FIE PREV FIC FIM CP - 15.862.867/0001-23

      (Outubro) O Icatu Kadima FIE Prev acumula uma rentabilidade desde o início de +140,84% (contra 95,06% do CDI). Nos últimos 12 meses, o fundo acumulou uma rentabilidade de +11,25% (contra 3,31% do CDI). No ano, o fundo acumula uma rentabilidade de +10,11% (contra 2,98% do CDI).

      O mês de outubro foi marcado por uma alta volatilidade nos mercados, especialmente no mercado de juros, que mais uma vez neste ano apresentou um forte movimento de abertura da curva. Esse movimento beneficiou nossos modelos seguidores de tendência de curto e longo prazos nos DIs, tendo sido estes os principais responsáveis pela boa performance do fundo. No lado negativo, os modelos seguidores de tendência de curto prazo aplicados no dólar, bem como o modelo de fatores aplicado no mercado acionário brasileiro contribuíram negativamente para o desempenho do fundo.

      A maior alocação de risco do fundo segue nos modelos seguidores de tendência de curto prazo, obedecendo às restrições da legislação de previdência.

  • KAIRÓS CAPITAL

    KAIRÓS CAPITAL

    • KAIRÓS MACRO ICATU PREVIDÊNCIA FIE I FIM - 39.768.903/0001-52

      (Outubro) Outubro trouxe divergência entre os ativos brasileiros e os ativos de risco globais. Enquanto bolsas, commodities e moedas em relação ao dólar americano apresentaram um comportamento positivo, no Brasil os ativos sofreram fortemente. Um dos fatores a impulsionar os ativos de risco globais foi a extensão do prazo para que o congresso americano decida pela elevação ou suspensão do limite de endividamento dos EUA. Além disso, também ajudaram o humor os pagamentos dos juros de empréstimos pela imobiliária chinesa Evergrande, as medidas do governo chines para amenizar o impacto da alta dos preços de carvão, medidas para suavizar o impacto das altas de custo de energia no bolso do consumidor europeu, e bom início da safra de resultados das empresas americanas. No Brasil, a inflação seguiu surpreendendo para cima, e o anúncio do aumento do Auxílio Brasil para R$ 400,00 renovou temores de rompimento do teto de gastos de forma abrupta, levando a queda da bolsa, depreciação no câmbio e uma forte piora na curva de juros. Atribuição de performance do mês foi: ações (+1,40%), commodities (+0,64%), renda fixa (+0,53%), moedas (-0,23%), juros (-5,60%) e despesas de (-0,17%).

      Cenário e posicionamento: Seguimos construtivos com o cenário global, em função de vermos um ambiente estimulativo com juros reais negativos no mundo desenvolvido ainda por bastante tempo. Por outro lado, a inflação nos países desenvolvidos segue mais persistente do que o esperado pelos bancos centrais, e o temor de desaceleração mais forte da atividade econômica chinesa são fatores de risco relevantes. No Brasil, a antecipação da disputa eleitoral deixa em segundo plano a disciplina fiscal, e as preocupações com a possível ruptura do regime fiscal devem continuar a manter os mercados locais estressados mesmo com a aceleração da alta de juros promovida pelo Banco Central. Assim mantemos a maior parte do risco alocado em ativos externos, com posições em bolsas de países desenvolvidos, em commodities e em curva de juros americana. No Brasil dado o nível de preços mantemos pequena posição em juros.

  • KINEA

    KINEA

    • KINEA PREV XTR II PLANOS ICATU FIC FIM - 34.143.959/0001-06

      (Outubro) Juros: Resultado negativo. No Brasil, a curva de juros segue apresentando altas, devido a mudança dos parâmetros do teto de gastos; Copom acelerando a alta da Selic; inflação pressionada e disseminada. Nosso risco direcional segue reduzido. No internacional, o resultado foi afetado pelo fechamento das taxas longas. Seguimos posicionados para a elevação da curva de juros dos EUA.
      Ações: Resultado negativo. No Brasil, reduzimos as posições frente a piora do cenário fiscal e forte alta de juros. Acreditamos que nossas empresas devem entregar forte crescimento via aumento de penetração e/ou ganho de fatia de mercado, porém não estão blindadas contra o aumento do custo de capital que vem ocorrendo. No internacional, nossas posições vendidas no índice americano geraram resultados negativo no mês. Nossas posições compradas tiveram bons resultados. Continuamos a considerar que o mercado de ações, tendo antecipado a forte recuperação econômica, deve consolidar conforme o excesso de liquidez passa a ser retirado do mercado.
      Commodities: Resultado positivo ref. à nossa posição comprada em petróleo. Acreditamos que os investimentos globais em energia não são suficientes para a demanda futura.

      Posicionamento Atual
      Juros e Inflação: No Brasil, nosso risco direcional segue reduzido e não enxergamos melhora para o mercado no curto prazo. No internacional, seguimos posicionados para a gradual elevação da curva de juros dos EUA.
      Ações: No Brasil temos posições nos setores financeiro, saúde, transportes e empresas ligadas a commodities (petróleo e celulose). No book long-short temos 45 pares inter e intrasetoriais. No internacional, nossa exposição no setor de tecnologia se encontra reduzida.
      Commodities: Mantemos nossa posição comprada em petróleo.
      Moedas: Estamos comprados nas moedas dos países que estão adiantados no ciclo de normalização dos juros (principalmente Dólar, Rublo) e vendidos em países atrasados no ciclo econômico. No cupom cambial apostamos no aumento das taxas longas em relação a Libor.

  • LEBLON EQUITIES

    LEBLON EQUITIES

    • LEBLON 100 ICATU PREV - 35.314.803/0001-03

      (Outubro) O fundo teve um retorno de -12,6% vs -6,7% do Ibov. A contribuição positiva Omega (+0,1 p.p). Os detratores foram Santos Brasil (-1,8 p.p), Light (-0,9 p.p) e PetroRec (-0,9 p.p). Desde o início, em mar20, o fundo acumula retorno de 9,7%.Em relação à Santos Brasil, acreditamos que a performance negativa do mês pode ser explicada por alguns fatores. Primeiramente, temos observado problemas nas cadeias de suprimentos globais. O congestionamento dos portos, especialmete no hemisfério norte, pode reduzir substancialmente o fluxo de contêineres nos próximos meses. Além disso,acreditamos que notícias recentes a respeito do possível leilão do STS 10, novo terminal de contêineres no Porto de Santos, no final de 2022, tenham afetado a ação. Embora reconheçamos que a entrada de um novo terminal impacte o cenário competitivo do porto, a operação do terminal só começaria em 2026, não tendo qualquer impacto nas dinâmicas de precifide curto prazo.
      Aumentamos B3, BTG e Natura; Diminuimos CCR.

    • LEBLON ICATU PREV FIM - 11.098.129/0001-09

      (Outubro) O fundo teve um retorno de -5,9% vs -6,7% do Ibov. A contribuição positiva foi Coinbase (+0,1 p.p). Os detratores foram Santos Brasil (-0,9 p.p), BRF (-0,4 p.p) e Light (-0,4 p.p).Desde o início, em dez 2009, o fundo acumula retorno de 145,2%.Em relação à Santos Brasil, acreditamos que a performance negativa do mês pode ser explicada por alguns fatores. Primeiramente, temos observado problemas nas cadeias de suprimentos globais. O congestionamento dos portos, especialmete no hemisfério norte, pode reduzir substancialmente o fluxo de contêineres nos próximos meses. Além disso,acreditamos que notícias recentes a respeito do possível leilão do STS 10, novo terminal de contêineres no Porto de Santos, no final de 2022, tenham afetado a ação. Embora reconheçamos que a entrada de um novo terminal impacte o cenário competitivo do porto, a operação do terminal só começaria em 2026, não tendo qualquer impacto nas dinâmicas de precifide curto prazo.
      Aumentamos B3, BTG e Natura; Diminuimos CCR.

  • LEGACY CAPITAL

    LEGACY CAPITAL PREVIDENCIÁRIO ICATU FIC FIM

    • LEGACY CAPITAL PREVIDENCIÁRIO ICATU FIC FIM - 37.367.841/0001-41

      (Outubro) As posições tomadas em TSY e em juros de países emergentes, os livros quantitativo e de volatilidade , e a posição duplamente vendida em bolsa e USDBRL contribuíram positivamente para o resultado de outubro. Já as posições em moedas, commodities, crédito , bolsa e renda fixa locais, contribuíram negativamente para o resultado.
      No Brasil, o cenário piorou significativamente. O abandono do regime fiscal aumentará ainda mais a incerteza, deprimindo o investimento, e prejudicando a recuperação do mercado de trabalho, o que estabilizará a taxa de desemprego em nível elevado, o que tende a induzir, em 2022, nova recessão. Do lado da inflação, uma nova rodada de transferência de renda para os mais pobres impulsionará ainda mais a demanda, em um momento de restrição de oferta. Ainda, a velocidade de desancoragem das expectativas de inflação subirá, e forçará o BC a elevar ainda mais os juros, que em nossa visão chegarão a 12% no 1T 22. Projetamos PIB de 4,7% em 2021 e -0,5% em 2022, e inflação de 9,7% em 2021 e 6,1% em 2022.

      Posicionamento Atual
      Tendo em vista o cenário discutido, mantemos posição comprada na carteira de ações globais, tomada em TSY e nas curvas de juros do México , África do Sul, Canadá e Polônia. Seguimos ainda comprados em petróleo, diante da expectativa de continuidade dos efeitos da crise de energia.
      No Brasil, em face das incertezas expostas, seguimos com posições direcionais reduzidas. Mantemos a posição duplamente vendida em bolsa e USD, já amplamente discutida em cartas anteriores. A perspectiva de recessão em 2022 e de juros ainda mais altos, torna esta posição ainda mais atrativa.
      Aumentamos também posições aplicadas en juros reais curtos, pois, em nossa visão a inflação dos próximos deverá ser maior do que sugerem as projeções do mercado, do BC , e a curva de inflação implícita.

  • MAUÁ CAPITAL

    MAUÁ PREV ICATU FIM

    • MAUÁ PREV ICATU FIM - 29.045.219/0001- 99

      (Outubro)

  • MILES CAPITAL

    MILES CAPITAL

    • MILES VIRTUS ICATU PREV QUALIFICADO FIC FIA - 32.227.268/0001-57

      (Outubro) Após três meses de quedas consecutivas, o mês de outubro foi marcado pelo pior desempenho do índice Ibovespa no ano. A inflação, o aperto monetário, a depreciação do real e o risco fiscal foram os principais fatores macro que pesaram no mercado. O risco de desancoragem fiscal, após o anúncio da nova rodada de auxílio por parte do governo, não tem sido bem tolerado pelo mercado.
      Neste contexto, aliada a uma gestão ativa, seguimos principalmente com calls defensivos e descorrelacionados de forma macro do momento atual de Brasil (com exceção de alguns calls que se beneficiem da conjuntura de inflação). Entre outras, destacamos posições em agronegócio (Raizen), aviação (Embraer), energia solar (Intelbras), utilities (principalmente no setor de energia que, de forma macro, tem menor volatilidade e é mais associado ao ganho com tarifas).
      No Virtus Previdência, as atribuições positivas em destaque foram em AALR3, CESP6, BRFS3 e LAME4, enquanto as negativas foram INTB3, ASAI3, SOMA3, PETZ3, NINJ3, TOTS3, JHSF3. As principais posições estão em INTB3, SBSP3, OMGE3, RAIZ4 e CBAV4.

  • MÓDULO CAPITAL

    MÓDULO ICATU PREV FIM

    • MÓDULO ICATU PREV FIM - 30.507.620/0001-82

      (Outubro) No mês de outubro, o fundo teve resultado negativo de 6,7%, sendo os setores de Consumo e Varejo (Alpargatas e Assaí) e Logística e Infraestrutura (Santos Brasil) os que mais afetaram o fundo. O Ibovespa teve o seu pior mês no ano com uma queda de 6,7% devido principalmente ao aumento da aversão ao risco por causa das incertezas fiscais, com o mercado precificando uma mudança na política econômica. Os duros embates entre a área econômica e a área política do governo com relação aos gastos e alcance do novo programa social, Auxílio Brasil, e a forma de financiá-lo dentro ou fora do teto de gastos resultaram em mais algumas baixas na equipe do ministro Paulo Guedes. Ainda em outubro, dado o cenário fiscal desafiador e o quadro inflacionário preocupante, o COPOM elevou a taxa básica de juros em 150 pontos base, sendo o maior aumento na taxa desde 2002, levando a Selic para 7,75% e sinalizando mais um aumento no mesmo patamar para a próxima reunião.

  • NAVI CAPITAL

    NAVI LONG SHORT ICATU PREV FIM

    • NAVI LONG SHORT ICATU PREV FIM - 27.328.750/0001-43

      (Outubro) Em outubro, as principais contribuições positivas vieram do setor de Varejo, beneficiada pelos fortes resultados trimestrais, e do hedge da carteira dado a queda da Bolsa no mês. No campo negativo, o risco de ocorrer um atraso no processo de privatização da empresa devido o aumento das discussões políticas, impactou o setor de Utilities. O mês foi de forte correção da bolsa brasileira, influenciada por fatores domésticos. O governo decidiu seguir com o novo programa social, porém com gasto acima do esperado pelo mercado e um novo cálculo de reajuste do Teto de Gastos. A decisão levantou dúvidas acerca da orientação da política econômica do governo, principalmente no campo fiscal. Como agravante, membros relevantes da equipe econômica pediram demissão. No âmbito internacional, o cenário de escassez de oferta persiste, com destaque para o setor de energia. Entretanto, os resultados acima do esperado reportados pelas empresas americanas sustentaram performances positivas das principais bolsas globais, com destaque para a americana batendo novos recordes.

  • OCCAM BRASIL GESTÃO DE RECURSO

    OCCAM PREV FIC FIM

    • OCCAM PREV FIC FIM - 17.685.620/0001-04

      (Outubro) O mês foi marcado por uma importante reprecificação nos mercados de renda fixa global. Os desdobramentos da crise energética e o desarranjo nas cadeias produtivas continuaram gerando impactos inflacionários que os investidores passam, cada vez mais, a perceber como persistentes. No caso do Brasil, esse quadro foi agravado por uma deterioração mais intensa do panorama fiscal. O Ibovespa caiu 6,7% no mês, direção oposta aos mercados americanos onde S&P e Nasdaq subiram 6,9% e 7,9% respectivamente. Enquanto no ambiente doméstico continuamos presenciando um cenário de deterioração fiscal aguda e forte ajuste na curva futura de juros, no cenário externo, o sólido resultado das empresas vem compensando o aumento das expectativas globais de inflação.

  • ATLAS ONE INVESTIMENTOS

    ATLAS ONE ICATU 70 PREV FIM

    • ATLAS ONE ICATU 70 PREV FIM - 36.658.682/0001-71

      (Outubro) O fundo Atlas One FIC FIA apresentou desempenho de -14.7% comparado a -6.8% do IBrX. Nos últimos doze meses, o fundo apresentou uma variação negativa de 6.32% frente a uma alta de 10.40% do benchmark. O desinvestimento em materiais básicos foi novamente um contribuidor de performance relativa (excesso de retorno de 0.8%). No entanto, a elevada exposição em varejo e bens de consumo continuou a impactar negativamente o portfólio. Somados, os setores de varejo, bens de consumo e infraestrutura representaram um desempenho negativo de 761bps frente ao índice.
      No mês de outubro, o juro real e o custo de capital continuaram o movimento de subida (ver Figura 5) e retornaram ao patamar atingido entre meados de 2014 e 2015 e novamente em 2018 (vésperas da última eleição). Somado ao risco global de inflação mais elevada e persistente, o risco de perda de âncora fiscal com o furo no teto orçamentário agravou um cenário que já era incerto. A Pesquisa Focus tem indicado subsequentes revisões negativas. Neste momento, ela aponta para um crescimento do PIB de 1,2% em 2022 – quando há apenas dois meses as estimativas apontavam para 2% -, convergindo as expectativas para uma economia doméstica em recessão.
      Inflação em alta, queda de indicadores de confiança e consumo doméstico fragilizado compõem o cenário que derrubou as ações de varejo e consumo. É válido atentarmos ainda que estes setores concentram boa parte da nossa alocação em ativos de crescimento. Apresentando parte importante do seus valuations em fluxos de caixa gerados em exercícios mais longínquos, são ativos mais sensíveis às elevações de juros e de custo de capital.

  • OPPORTUNITY

    OPPORTUNITY ICATU PREV

    • OPPORTUNITY ICATU PREV - 30.869.348/0001-80

      (Outubro) O posicionamento do fundo em outubro procurou explorar largamente o tema da mudança na função de reação dos bancos centrais. Porém, após ótimo desempenho das posições tomadas em juros em diversas regiões, nós recentemente reduzimos essa exposição. No mercado de moedas, exploramos o tema através de exposição comprada no dólar contra moedas de países que deverão atrasar o processo de normalização monetária, como a Zona do Euro e Japão. No mercado local, mantivemos exposição tática comprada no dólar contra o real, em função da percepção da deterioração dos riscos fiscais. Mantemos posição comprada no mercado acionário norte-americano, e revertemos nossa exposição no mercado acionário brasileiro, adotando uma posição taticamente vendida. Acreditamos que os prêmios ainda não incorporam totalmente o ambiente de renovadas incertezas fiscais, desaceleração econômica abrupta à frente e aperto monetário significativo.

  • PACÍFICO GESTÃO DE RECURSOS

    PACÍFICO GESTÃO DE RECURSOS

    • PACIFICO ICATU PREV FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO - 35.504.169/0001-63

      (Outubro) Em outubro/21, o Pacifico ICATU PREVIDÊNCIA teve uma rentabilidade de -1,06%.
      Os gargalos globais em cadeias de suprimentos e no fornecimento de energia deterioraram novamente em outubro, levando a revisões altistas de inflação e baixistas de crescimento econômico do mundo. A pressão inflacionária, apesar de temporária e concentrada em itens voláteis e relacionados a reabertura, está durando mais do que o esperado inicialmente. Houve uma reprecificação de política monetária global, com antecipação do aperto em diversas economias emergentes e desenvolvidas. Nos Estados Unidos, o mercado já espera que o liftoff ocorra em 2022 – a curva precifica duas altas de juros no ano que vem.
      O Brasil também passou por grande revisão de política monetária, impulsionada pela deterioração dos fundamentos do país. O governo propôs uma revisão do Teto de Gastos para ampliar o programa de transferência de renda às vésperas da eleição. Tal decisão culminou na demissão de membros importantes da equipe econômica e minou a credibilidade fiscal conquistada com a emenda em 2016. Esperamos agora uma Selic terminal em dois dígitos, a ser atingida no primeiro trimestre de 2022. Esse cenário é condicional a uma resolução do orçamento até o final de novembro que mantenha o que está proposto no momento. Os principais pontos de atenção são o possível aumento do valor mínimo do programa, atualmente proposto em R$400, e o aumento do público-alvo do programa (17 milhões de famílias, frente a 35 milhões de beneficiários do auxílio emergencial).
      Aproveitando quedas importantes na bolsa norte-americana, iniciamos posição comprada em renda variável no país. Além disso, esse cenário de incerteza doméstica tem mantido o preço dos ativos brasileiros bastante descontado, e por isso mantivemos as posições em renda variável e no Real. Atuamos de forma tática em renda fixa local.

  • PANAMBY CAPITAL

    PANAMBY CAPITAL

    • PANAMBY MULTIMERCADO FIE ICATU PREV FI - 37.332.385/0001-02

      (Outubro)

  • PERSEVERA ASSET MANAGEMENT

    PERSEVERA ASSET MANAGEMENT

    • PERSEVERA COMPOUNDER ICATU PREV FC DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO - 39.703.185/0001-36

      (Outubro) Outubro foi mais um mês de grande turbulência para os mercados, principalmente para o mercado local. O Persevera Compounder Prev FIC teve um resultado de -1,60%, com ênfase para a contribuição positiva de 76 bps oriunda da posição em S&P. Já a posição em renda variável long/short adicionou 18 bps, com destaque para as posições em BRAP x VALE e setor petroquímico contra Ibovespa. Do lado negativo, as posições compradas em ações Brasil detraíram 128 bps, as posições aplicadas em renda fixa local detraíram 78 bps e as posições em moedas -42 bps. As posições direcionais em índice (IBOV) subtraíram cerca de 24 bps.

  • RPS CAPITAL

    RPS PREV ABSOLUTO ICATU FIC FIM

    • RPS PREV ABSOLUTO ICATU FIC FIM - 31.340.875/0001-66

      (Outubro) Em setembro o S&P sofreu a primeira realização após muito tempo, gerando a preocupação se poderia ser o começo de um movimento mais acentuado frente a proximidade do “tapering” pelo FED. Entretanto, o principal índice acionário americano mostrou forte recuperação em outubro, renovando as máximas. Vimos a inflação global seguir pressionada devido à demora na
      normalização da cadeia de suprimentos em vários setores e à alta forte nos preços do petróleo.
      Nossa performance nos fundos multimercados foi negativa no mês. Apesar de estarmos posicionados mais fora do Brasil no setor de tecnologia, que
      contribuiu positivamente no mês, duas temáticas adversas pesaram na nossa performance. No setor de commodities (posição que temos carregado há
      bastante tempo) sofremos comprados no setor de oil e siderurgia no Brasil, apesar da boa performance desses setores globalmente. Ademais, carregamos posições em setores domésticos com perfil mais defensivo, como construção de baixa renda, supermercados e Petz que sofreram com o
      grande movimento de aversão a risco Brasil. Perdas acumuladas entre setembro e outubro desencadearam mais uma vez nosso modelo de gestão
      de risco, sendo que diminuímos em 2/3 nossas posições, concentradas nos nossos books “bottom-up” Brasil e Global. Mais uma vez respeitamos nosso processo de gestão e movimento de mercado.
      Nossa visão para os mercados globais segue positiva. Apesar de dados inflacionários preocupantes, acreditamos que boa parte deles são transitórios (problema na cadeia de suprimentos global) e devemos ver uma normalização
      disso ao longo dos próximos meses. Além disso ainda estamos em um ambiente com bastante estímulos, tanto monetários como fiscais, o que tem contribuído com alto nível de crescimento nos países desenvolvidos. Os principais temas em nosso portfólio global seguem sendo tecnologia nos
      Estados Unidos e commodities.

  • SANTANDER ASSET MANAGEMENT

    SANTANDER ASSET MANAGEMENT - LARK E STRIX

    • SANTANDER ICATU LARK I CP FIC FI ESP CONSTITUÍDOS RF - 14.325.933/0001-63

      (Outubro) O desempenho dos ativos de renda fixa foi negativo no mês. O recrudescimento de riscos fiscais, somado ao ímpeto inflacionário, provocou movimento de aversão a risco e exigiu postura mais firme do Banco Central no ajuste da taxa Selic. Nesse sentido, observamos expressiva adição de prêmio nas curvas de juros. Olhando à frente, as expectativas embutidas nos ativos indicam cenário desafiador e julgamos adequado adotar visão neutra. Mantivemos o nível de risco do portfólio, com alteração de alocação entre os ativos. Decidimos, ao final do mês, pelo encurtamento da parcela pré-fixada diante de formato da curva e nível das taxas futuras. Nesse sentido, trocamos a exposição em juros nominais de vencimento 2024 por vencimento 2023. Adicionalmente, permanecemos com posição atrelada à inflação (NTN-B) de vencimento em 2023, haja vista riscos no radar. Em suma, adotamos visão neutra para a Renda Fixa, e manutenção do risco em patamar conservador, priorizando ativos de menor duração.

    • SANTANDER ICATU STRIX FI ESPECIALMENTE CONSTITUÍDO MM - 17.340.337/0001-40

      (Outubro)

  • SCHRODERS

    SCHRODERS

    • SCHRODER ICATU PREV LOW VOL FIM - 31.248.460/0001-67

      (Outubro) O fundo Schroder Icatu Low Vol apresentou uma performance abaixo do benchmark no mês de outubro, com contribuições negativas nos mercados de renda variável, positivas no mercado de crédito e neutras em de renda fixa e moedas. O cenário local que já era desafiador continuou a mostrar sinais adicionais de deterioração, tanto por conta da persistência das pressões inflacionárias quanto principalmente pela piora das perspectivais fiscais, com o governo sinalizando a intenção de aumentar o valor e o alcance da nova Bolsa Família (Auxílio Brasil) via mudanças na Constituição que representam na prática o rompimento do Teto de Gastos. Neste cenário de perda da âncora fiscal os agentes passaram a atribuir peso cada vez maior para a âncora monetária, o que implica em taxas de juros ainda mais restritivas ao final do ciclo de alta. Embora o risco da crise hídrica tenha se reduzido no curto prazo por conta das chuvas acima dos padrões históricos, as sucessivas altas nos preços dos combustíveis continuam a gerar riscos inflacionários e fiscais. Já o cenário externo mostra sinais de estabilização no curto prazo, embora preocupações com a desaceleração da economia chinesa e o início das retiradas dos estímulos monetários por parte do Fed e outros bancos centrais continuem pairando no horizonte. Nas estratégias de renda fixa, continuamos com posições táticas aplicadas em vencimentos curtos e intermediários de juros nominais e intermediários de juros reais. Nas estratégias de moedas, iniciamos uma posição comprada em Real versus Dólar via opções e continuamos com posição pequena vendida no dólar em relação a uma cesta de moedas emergentes (incluindo o Real), nas estratégias de renda variável continuamos com uma exposição pequena em bolsa. De forma geral, estamos com risco em patamares reduzidos dado o forte aumento da volatilidade nas últimas semanas, esperando uma dissipação das incertezas antes de voltar a aumentar. Por fim, na carteira de crédito entramos nas emissões de Eldorado e Aegea. Neste contexto, o fundo fechou o mês com performance absoluta positiva de +0,35% (72,17% CDI), acumulado 2021 de 3,62% (120,82% CDI) e em 12 meses de 4,60% (138,09% CDI).

  • SPARTA

    SPARTA PREV ICATU D

    • SPARTA PREV ICATU D - 30.877.540/0001-19

      (Outubro) Em outubro o fundo teve uma rentabilidade de +0,62% (129% do CDI), acumulando +6,01% (181% do CDI) em 12 meses.
      O resultado em 12 meses do fundo segue elevado, tanto pelas excelentes oportunidade que os ativos de crédito privado ofereceram em 2020, quanto pelas ótimas emissões que acessamos neste ano e que sustentam as boas perspectivas de retorno para frente. Portanto o resultado segue impulsionado pelo fechamento de spread no mercado secundário e pela manutenção dos prêmios via mercado primário.
      O mercado de crédito privado observou um aumento no volume de venda em outubro, porém por conta da forte tendência de compra desses ativos a demanda absorveu bem, proporcionando um fechamento de spreads de crédito no mercado secundário pouco mais brando que nos últimos meses. Esse movimento representa a cautela do mercado com o aumento de risco percebido pela abertura da curva de juros, o que pode fazer com que os spreads de crédito fechem mais vagarosamente, mantendo as boas perspectivas de rentabilidade por mais tempo.
      Outubro foi mais um mês muito forte no mercado primário, com recorde absoluto em volume e número de ofertas analisadas pela gestão da Sparta. Foram 39 ofertas analisadas somando um volume de R$25 bilhões. Entramos em 22 dessas ofertas com uma taxa média de CDI+2,15%, nível bastante atrativo. Embora os spreads de crédito estejam reduzindo, principalmente quando observamos os prêmios dos títulos AAA e AA, seguimos encontrando boas oportunidades nos prazos mais longos. O reinvestimento da carteira tem permitido a manter as excelentes perspectivas de rentabilidade para a estratégia.
      Ainda sobre o mercado primário, vale destacar que o volume esperado para novembro também pode surpreender, uma vez que já temos mapeamos 27 ofertas. Essa grande oferta tem vindo em linha com a forte demanda, proporcionando prêmios interessantes.
      Sobre o risco de crédito dos emissores que temos em carteira, podemos afirmar que no geral essas empresas estão com uma adequada estrutura de capital e portanto, preparadas caso a Selic supere os dois dígitos. Dois setores que podem ter mais desafios nesse cenário são os de construção civil e varejo. Nesses setores podemos ver uma deterioração nas métricas de crédito, porém com uma probabilidade baixa de abertura de spreads, já que a demanda para essa classe continua forte. Vale ressaltar que temos uma exposição baixa a esses setores. Acreditamos que estamos em um excelente momento para investir nessa classe, tanto pelo atual ciclo de alta na taxa de juros, quanto pelo alto prêmio de crédito da estratégia.
      A duration (prazo médio) do fundo aumentou ligeiramente e o caixa está acomodado em 25%, nível confortável para a estratégia.
      Atualmente o fundo tem uma duration de 2,5 anos e um carrego de CDI+1,5%.
      Sobre o cenário atual, como essa estratégia é pós-fixada, com a elevação da taxa de juros, esse fundo acaba se beneficiando e servindo de proteção ao investidor.

  • SPX GESTÃO DE RECURSOS LTDA

    SPX LANCER ICATU PREV FIC FIM

    • SPX PREV LONG BIAS ICATU QUALIFICADO FIC FIM - 40.386.490/0001-20

      (Outubro) CENÁRIO MACRO: No cenário internacional, os efeitos dos grandes estímulos fiscais e monetários, juntamente com a reabertura econômica, estão aparecendo na inflação ao redor do mundo, forçando os bancos centrais a reduzir o grau de estímulo monetário. No campo econômico brasileiro, tivemos uma grande deterioração com a proposta de alterar a regra de correção do teto de gastos e, desta forma, viabilizar a implementação do Auxílio Brasil. O novo espaço aberto no teto não chega a ser significativo, mas a grande questão aqui é que se abre um precedente. A mensagem que se passa com essa proposta é que a restrição do teto de gastos deixa de ser uma restrição firme, ou seja, ela pode ser modificada para acomodar eventuais despesas que o governo passe a julgar como necessárias.
      POSICIONAMENTO: Nas moedas, seguimos com posições compradas no dólar americano contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos e emergentes. No book de ações, estamos com posições vendidas em Brasil e compradas no mercado americano. No book de juros, estamos com alocações favoráveis a alta de juros em alguns países emergentes e desenvolvidos e compradas em inflação. Nas commodities, estamos com posições compradas em metais industriais, energia e créditos de carbono. No mercado de crédito americano, seguimos com posição reduzida e na América Latina, continuamos posicionados em bonds com histórias específicas.

    • SPX LANCER ICATU PREV FIC FIM - 28.653.832/0001-26

      (Outubro)

  • STUDIO INVESTIMENTOS

    STUDIO INVESTIMENTOS

    • STUDIO 49 ICATU SEG PREVIDENCIÁRIO FIM - 21.494.454/0001-36

      (Outubro)

    • STUDIO ICATU PREV QUALIFICADO FI MM CP

      (Outubro) No Studio Prev Qualificado, a contribuição positiva veio de PRIO3, com 0.1%, e as principais quedas vieram de RECV3 (-1.5%), SOMA3 (-1.3%), HAPV3 (-1.2%).

      Outubro foi um dos meses mais difíceis dos últimos anos. Desde o final de julho, o Brasil iniciou uma dinâmica de piora de indicadores macroeconômicos, culminando, no mês, com a praticamente consumada quebra do teto de gastos. Os problemas começaram com uma deterioração enorme da inflação que, somada às questões, fiscais, levaram a um grande aumento dos juros, impactando o custo de oportunidade das companhias. Entretanto, enxergamos as empresas do portfolio com valuations mais baratos com 2015 e 2018, momentos que antecederam grandes movimentos de valorização das ações e fechamento das taxas de juros. Não sabemos quando as coisas vão melhorar, provavelmente ninguém sabe. Sabemos que o mercado antecipa o futuro e que nos momentos de maior desconforto estão os maiores retornos. Nesses preços atuais, acreditamos que nosso papel agora é estarmos alocados, permanecendo vigilantes no acompanhamento das nossas teses de investimento, avaliando permanentemente a validade das nossas hipóteses, e mantendo a serenidade para fazermos bons julgamentos.

      Encerramos o mês com exposição líquida de 94%. Os principais setores de alocação do portfolio são Consumo (26.8%), Transporte (13.4%) e Energia Elétrica (13%). As maiores posições são Hapvida, Natura, Equatorial e XP. A carteira mantém seu perfil de concentração, com 23 papéis, sendo as 10 maiores exposições 58% do portfolio.

      O racional de alocação em ações no Studio 49 é o mesmo acima, lembrando que ele se mantém 49% exposto ao mercado de renda variável brasileiro, com o restante em renda fixa de baixo risco.

  • TORK CAPITAL

    TORK CAPITAL

    • TORK ICATU PREV FIE - 36.352.384/0001-59

      (Outubro) Em comentários anteriores, discutimos a antecipação das eleições do 2022 e os eventuais riscos que essa dinâmica trazia ao mercado. Em outubro, vimos uma consequência bastante negativa da materialização desse cenário: o furo do teto de gastos.
      Mais uma vez o país se debruça sobre o precipício, a despeito de uma fotografia fiscal corrente ainda benigna. Apesar do aumento dos riscos, acreditamos que as lições básicas da era Dilma ainda são válidas e não caminharemos para o completo descontrole fiscal, apesar de ser razoável convivermos com um prêmio de risco mais alto daqui para frente.
      Em meio a esse cenário macro mais turbulento, empresas com excelentes fundamentos microeconômicos sofreram de modo parecido com outros ativos mais impactados pelos riscos políticos locais. Mais uma vez, buscamos separar “o joio do trigo”: empresas com motor de crescimento próprio, bom posicionamento competitivo e menos afetadas pelo cenário macro já se encontram bastante descontadas.
      Permanecemos cautelosos com o cenário para 2022, mas também acreditamos que a intensidade do recente estresse do mercado trouxe oportunidades de aumentarmos alocação em ativos locais, priorizando papéis de qualidade cujo valuation ficou bastante descontado.
      O fundo Tork Icatu Prev FIE teve uma rentabilidade de -13,0% no mês contra um Ibovespa de -6,7%, desde o início o fundo acumula -7,9%. As principais contribuições negativas vieram de Localiza (-1,31%), Banco Inter (-1,26%), Intermédica (-1,07%), Asaí (-0,92%) e Natura (-0,85%).

  • TRAFALGAR INVESTIMENTOS

    TRAFALGAR INVESTIMENTOS

    • TRAFALGAR CONQUEROR ICATU PREV FIC FIM - 32.760.006/0001-53

      (Outubro) O fundo Trafalgar Conqueror Icatu Prev FIC FIM apresentou rentabilidade de -2,75% no mês de outubro. Acumula nos últimos 12 meses 1,92% e 7,32% nos últimos 24 meses.
      A performance negativo no período foi resultado, principalmente, da alocação estrutural em renda variável e juros reais no Brasil. Os ganhos foram concentrados nas posições de Treasuries, S&P e moedas (RUB x ZAR).
      Na renda variável Brasil, observamos uma queda expressiva de preços, em especial em cases cuja geração de valor esperada concentra-se na perpetuidade. Tais companhias são mais afetadas pelo aumento das taxas de desconto requeridas pelo mercado, o que, por sua vez, é resultado do forte movimento de alta das curvas de juros. Neste ambiente é de se esperar que os preços no curto prazo respondam pouco aos fundamentos de longo prazo das cias e mais ao risco macroeconômico percebido no momento, resultando em assimetrias de valor interessante. No período, nossas perdas foram concentradas em Vamos (VAMO3), Intermédica (GNDI3) e Blau (BLAU3), sem posições com ganhos relevantes na carteira de ações. Apesar de não enxergarmos triggers claros para a descompressão do risco macro e fiscal no Brasil, entendemos que o atual patamar de preços de algumas empresas e setores sugere assimetria favorável para o aumento gradual de exposição à renda variável local.

  • TRÍGONO CAPITAL

    TRÍGONO CAPITAL

    • TRÍGONO ICATU 100 FIA PREV - 35.610.342/0001-08

      (Outubro) O fundo, aberto em 14 de julho de 2020 (portanto, completando 15 meses e meio desde seu lançamento), teve queda de 8,12% em outubro, acumulando ganho de 32,2% no ano, contra perda de 6,74% do IBOV no mês e de 13,04% no ano.
      Desde seu início, a valorização é de 58,9%, enquanto o IBOV, no mesmo período, subiu apenas 3,05%, portanto proporcionando um alfa para 55,8% desde seu início (menos de 16 meses). Nossa volatilidade anual de 21,2% está próxima ao IBOV (20,9%), o que reforça ainda mais a significância do alfa gerado.
      A maior contribuição positiva veio do Agronegócio (0,58%). Já as contribuições negativas vieram da Mineração e Metalurgia (-2,48%), Logística (-2,15%) e Indústria (-1,72%). Valem os racionais das explicações já apresentadas.
      Se compararmos o desempenho do Fundo com o índice SMLL (small caps), nos últimos 12 meses também houve alfa substancial: 59,4% de retorno anual do Trígono Icatu 100, ante 3,6% do SMLL. Ou seja, também em relação às small caps, nosso desempenho foi bastante superior (ou 55,8% de alfa, equivalente a 3,8% a cada mês, de forma composta).

  • TRUXT INVESTIMENTOS

    TRUXT MACRO PREV ICATU FIC FIM

    • TRUXT MACRO PREV ICATU FIC FIM - 29.733.120/0001-80

      (Outubro) O fundo TRUXT MACRO PREV teve resultado novamente positivo em outubro (+2.02%), causado principalmente pelas posições tomada em juros locais e pelas comprada no mercado acionário americano. No mercado de juros local, a curva de DI abriu de forma relevante. Mantivemos posições tomadas na parte intermediária da curva durante grande parte do mês, por conta dos riscos fiscais e do risco de desancoragem das expectativas inflacionárias, e tomamos a parte curta para a reunião de política monetária. A contribuição da posição comprada no Dólar contra o Real também foi positiva. Entendemos que, apesar do bom estado das contas externas e do ciclo de alta do Banco Central, existe um prêmio de risco baixo no câmbio nominal, quando considerado o risco inflacionário. Por outro lado, a posição em bolsa local contribuiu negativamente para o resultado do mês.

  • Vêneto Gestão de Recursos LTDA

    Vêneto Gestão de Recursos LTDA

    • Vêneto 70 Icatu Previdenciário FIM - 38.263.360/0001-59

      (Outubro) Outubro foi marcado novamente por um mês difícil para ativos de risco locais. O pano de fundo foi a sinalização de aumento de gastos no país, com medidas que irão alterar o Teto e que abrem precedentes terríveis para as contas públicas nacionais. E em função das complicações fiscais e aceleração da inflação, o Banco Central aumento a Selic pela sexta vez no ano, com aumento de 1,5p.p. e sinalização de manutenção do aumento nas próximas reuniões do Copom. A alta mais agressiva da Selic fez com que o custo de capital das empresas aumentasse, diminuindo o valor das empresas de forma generalizada e foi um dos grandes responsáveis pela queda recente da bolsa. Nesses níveis de preço enxergamos várias oportunidades com visão de médio-longo prazo. Na parcela de renda fixa, aproveitamos a abertura da curva de juros e compressão nos spreads de ativos de crédito privado para alocar em títulos públicos que além de líquidos tem praticado taxas bem atrativas e contribuirão com o carrego do fundo.

  • VERDE CAPITAL

    VERDE CAPITAL

    • VERDE AM LONG BIAS 70 ICATU PREV FIE FIM - 35.363.972/0001-25

      (Outubro) ATRIBUIÇÃO DE PERFORMANCE: O mês de outubro de 2021 foi um triste mês para o país, com o governo tomando a decisão de abandonar o teto dos gastos. O Brasil congrega um alto nível de endividamento, alto déficit primário e grande rigidez para fazer ajustes nas despesas do governo. A PEC do teto dos gastos foi a âncora encontrada para trazer a necessária credibilidade fiscal, apesar desses desafios. A deterioração fiscal teve consequências bastante negativas para os mercados. A bolsa apresentou uma grande queda, principalmente em ações de média liquidez e alguns IPOs mais recentes. A carteira dos fundos de ações apresentou forte queda, com as perdas espalhadas em diversas ações. As principais contribuições negativas vieram do Grupo Soma, Natura, Hapvida + Intermédica, Assaí e Equatorial Energia.
      POSICIONAMENTO: A carteira do fundo está concentrada em empresas com excelentes times de gestão, líderes dos seus setores e com balanços saudáveis, que aproveitam as crises para ganhar mais mercado e acelerar o processo de consolidação dos seus setores. Nossos maiores investimentos são em Equatorial Energia, Suzano, Hapvida + Intermédica, Natura, Vibra (antiga BR Distribuidora), Localiza, Grupo Soma e Assaí.

    • VERDE AM ICATU PREV FIC DE FIM PREV - 23.339.936/0001-47

      (Outubro) ATRIBUIÇÃO DE PERFORMANCE: As principais contribuições positivas vieram das posições em ações globais e do hedge de dólar. As parcelas investidas em bolsa e juros brasileiros foram os grandes detratores do mês, devido ao aumento significativo do risco fiscal, com o provável fim do teto dos gastos, o que impactou de forma muito negativa o preço dos ativos desses mercados.
      POSICIONAMENTO: O fundo aumentou a alocação comprada em bolsa global, iniciando também uma posição no Japão. A exposição a bolsa brasileira caiu de maneira passiva, e as outras posições ficaram em grande medida inalteradas.

  • VINCI PARTNERS

    VINCI EQUILÍBRIO ICATU PREV II FIC MM

    • VINCI EQUILÍBRIO ICATU PREV II FIC MM - 23.964.741/0001-98

      (Outubro) O Fundo, que visa ganho real, perdeu nas posições compradas em títulos públicos e derivativos ligados à inflação, no juro nominal e na carteira de ações boas pagadoras de dividendos, compensados em parte pelos hedges.

      No lado internacional, os membros do Fed reafirmaram o cenário de redução de estímulos a partir de novembro, seguindo gradualmente até meados de 2022. Na China, a economia continua apresentando sinais de desaceleração. Além disso, voltam a preocupar as restrições da política de zero Covid e de produção de aço. A crise energética continua como tema relevante, dado que vem pressionando índices de preços no mundo. Países do leste europeu e Reino Unido voltam a chamar atenção com alta de casos e mortes de Covid.
      No Brasil, a situação fiscal foi fortemente abalada pela proposta de mudança no teto de gastos do governo, criando incerteza no tema para o futuro. Apesar de aparentemente moderada, a mudança pode vir a acomodar maior volume de gastos ao tramitar no Congresso. Do lado da inflação, continuamos com pressão de alta. Dado o novo cenário, o BC foi levado a aumentar o ritmo de elevação da taxa de juros. A situação dos precatórios permanece como risco a ser acompanhado.

  • VINLAND CAPITAL

    VINLAND CAPITAL

    • VINLAND MACRO PREV ICATU QUALIFICADO FIC FIM - 37.893.304/0001-35

      (Outubro) O fundo Vinland Macro Prev Icatu IQ terminou outubro com performance de 2.52%. A estratégia de renda variável apresentou variação de 0.14%, sendo 0.32% em ações americanas e -0.18% na bolsa brasileira. Os destaques positivos nos EUA foram posições em empresas do setor de tecnologia, e fertilizantes. Na bolsa local, os destaques negativos vieram do setor de consumo e financeiro. No lado positivo, destacamos investimentos nos setores de commodities e utilities. A estratégia de juros locais apresentou variação negativa de 0.55%. A deterioração do ambiente fiscal em outubro e a consequente escalada na volatilidade da curva de juros, fez com que posições de venda de vol na parte curta apresentassem perdas. As implícitas compradas contribuíram positivamente. A estratégia de moedas teve variação de 0.28%, através de posições compradas em USD vs Emergentes, e USDJPY, além de posições compradas em moedas que se beneficiam da alta do petróleo. Juros globais seguiram sendo o principal mercado em termos de risco no fundo, e tiveram ganhos de 2.65% no mês. A performance foi disseminada entre todos os países nos quais temos posições: Chile, Colombia e EUA. Adicionalmente, montamos posições tomadas em juros na Polônia e Austrália, que também contribuíram positivamente no resultado de outubro.

  • VITREO

    VITREO

    • VITREO FOF SUPERPREVIDÊNCIA 2 ICATU FIM - 33.269.171/0001-70

      (Outubro) A bolsa brasileira chegou ao quatro mês consecutivo com queda. Em meio a uma inflação altíssima e problemas políticos e fiscais, o Ibovespa fechou outubro com queda de 6,74%, se aproximando dos 100 mil pontos e apresentando um recuo de 13,04% no ano. Ao mesmo tempo, as moedas fortes se valorizaram frente ao real, sendo que o dólar comercial e o euro tiveram valorização de 3,88% e 3,51%, respectivamente.

      Em contraposição ao cenário local, as bolsas americanas seguem batendo recordes. O S&P 500 chegou a alta de 22,61% em 2021 após valorização de 6,91% no mês. Já o Nasdaq 100 subiu 7,9% em outubro, apresentando resultado positivo de 22,98% no ano. O Euro Stoxx 50 e o MSCI World também subiram, tendo resultado de 5% e 5,59%, respectivamente. Além das bolsas globais, as criptomoedas se destacaram, sendo que o Bitcoin atingiu sua máxima história ao quebrar a marca de US$ 64.863. O ativo em dólar teve alta de 42,10% no mês, totalizando 114,57% no ano. O ouro se valorizou 4,77% em outubro.

      Na política brasileira, outubro começou com manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro. O mês ainda contou com a saída de alguns secretários do Ministério da Economia. Inclusive, houve o rumor que Paulo Guedes deixaria a pasta, o que não aconteceu. Também teve a discussão da PEC dos Precatórios e de programas sociais, que podem fazer o governo furar o teto de gastos. Já nos Estados Unidos, segue a expectativa para a redução da compra de ativos por parte do banco central. Jerome Powell, presidente do FED, ainda destacou que seria prematuro a elevação da taxa de juros americana e admitiu o risco de a inflação local subir ainda mais.

      O FoF SuperPrevidência  apresentou mais um mês no negativo, com queda de -2,17%. A bolsa brasileira, como mencionado anteriormente, encerrou o quarto mês consecutivo em queda, e isso pressiona o portfólio, que carrega uma posição estrutural de cerca de 30% em bolsa. Dos fundos com exposição a bolsa, todos os classificados como Long Only tiveram perdas superiores a 10%. Ainda em renda variável, os fundos Long Biased também sofreram, com uma média de desempenho próximo ao recuo registrado pelo Ibovespa.

      As posições com exposição ao dólar foram novamente beneficiadas, tanto pela alta da moeda, quanto pela alta registrada pelos ativos investidos. Nesse sentido, as máximas históricas do S&P500 e do Bitcoin favoreceram bastante o portfólio, que se expõe a esses ativos por meio da alocação nos ETF’s SPXI11 e HASH11, com retornos de 10,46% no 45,6% respectivamente. Ainda considerando a exposição cambial, as posições em ouro e diretamente alocadas em dólar também contribuíram positivamente para o portfólio.

      Em renda fixa, a exposição que o fundo Pimco Income Dólar IE FICFIM tem sobre a moeda também foi beneficiada. Os gestores do fundo estão com uma postura mais defensiva e bem criteriosos na seleção dos ativos, e por isso mantém um percentual em caixa para aproveitar as oportunidades que venham a surgir.

      Os fundos multimercados tiveram desempenhos mistos, com destaque negativo para as estratégias sistemáticas, que não conseguiram navegar neste ambiente volátil, enquanto os fundos tipo carregamento contribuíram positivamente para o portfólio.

  • WESTERN CAPITAL

    WA ICATU RENDA FIXA ATIVO PREV FIC FI

    • WA ICATU RENDA FIXA ATIVO PREV FIC FI - 23.872.787/0001-87

      (Outubro) Ao longo do mês de Outubro houve uma forte deterioração adicional da percepção de risco doméstico. Tal deterioração foi consequencia da percepção de que haverá um rompimento do teto de gastos no ano de 2022 por conta da necessidade de custear a extensão do auxílio fiscal. Essa piora das expectativas fiscais, levou a uma nova rodada de desvalorização cambial, pressionando ainda mais as expectativas inflacionárias e empurrando o Banco Central a acelerar seu passo de elevação das taxas de juros em sua última reunião. Essa aceleração se fez necessária, uma vez que, descartada a possibilidade de contribuição da política fiscal para a redução das pressões inflacionárias, a tarefa de refrear a alta de preços ficou a cargo apenas do BC, que provavelmente terá que subir mais as taxas de juros. As curvas pré-fixadas sofreram um impacto muito relevante no mês, apresentando altas superiores a 200 bps. Já as posições em crédito privado voltaram a contribuir para o desempenho do fundo, minimizando o impacto trazido pela alta das taxas de juros.
      Por conta da forte redução de utilização de risco, com a diminuição dos posicionamentos pré-fixados no portfolio, apesar de as curvas terem apresentado um desempenho tão negativo no mês, o fundo ainda apresentou retornos positivos, ainda que abaixo do CDI. A carteira de crédito do portfolio, voltou a adicionar valor e continuamos a acreditar que, de forma gradual, essa parcela deva manter uma trajetória positiva ao longo dos próximos meses.

  • Planos administrados pela Icatu Seguros S/A

     

    Planos administrados pela Icatu Seguros S/A, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 42.283.770/0001-39. Os planos de risco de previdência foram aprovados pela SUSEP sob os números: Pecúlio por Invalidez

    (SUSEP: 15414.900869/2017-18), Renda por Invalidez (SUSEP: 15414.901518/2017-24), Pecúlio por Morte (SUSEP: 15414.900119/2016-65), Pensão por Prazo Certo 1 ano (SUSEP: 15414.900121/2016-34), Pensão por Prazo Certo 5, 10, 15 e 20 anos (SUSEP: 15414.900122/2016-89). A aprovação dos planos pela SUSEP não implica, por parte da Autarquia, incentivo ou recomendação à sua comercialização.

    O proponente tem a possibilidade de opção ou não pelo critério de tributação por alíquotas decrescentes. A Icatu Seguros não promete rentabilidade e/ou resultados financeiros durante os períodos de diferimento e de pagamento do benefício sob a forma de renda, com base no desempenho do respectivo fundo de investimento, no desempenho alheio ou no de quaisquer ativos financeiros e/ou modalidades operacionais disponíveis no âmbito do mercado financeiro. Sobre o valor do resgate haverá incidência de impostos na forma da legislação em vigor. Fundos de Investimentos não contam com a garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados/rentabilidade futura.

    É recomendável a leitura cuidadosa do Regulamento do Fundo de Investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. O participante/segurado poderá consultar a situação cadastral de seu corretor de seguros, no site www.susep.gov.br, por meio do número de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. Informações resumidas. Para total conhecimento das características deste produto, consulte sua proposta de contratação e o regulamento do plano aqui.